3 de abril de 2017

Sobre o amor despretencioso



"Paredes de hospitais já ouviram preces mais honestas do que igrejas.
Já viram despedidas e beijos mais sinceros do que aeroportos. 
É no hospital que você vê um homofóbico ser salvo por um médico gay. 
A médica patricinha salvando a vida do mendigo. 
Na UTI você vê um judeu cuidando de um racista, policial e presidiário na mesma enfermaria recebendo os mesmos cuidados, um Rico na fila de transplante hepático, o doador é pobre, nessa hora que o "Hospital" toca na ferida das pessoas, universos que se cruzam em um propósito divino, e nessa comunhão de destinos nos damos conta de que sozinhos não somos ninguém!
A verdade absoluta das pessoas, na maioria das vezes, só aparece no momento da dor ou na ameaça da perda!"

Quando a humanidade vai entender que o amor salva a quem dá e a quem recebe?


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