29 de agosto de 2016

42 anos com direito a bolo lindo

Para comemorar os meus 42 anos, completados ontem, olha só o bolo que minha mãe fez...


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25 de agosto de 2016

Tirando mancha de vinho tinto do algodão

Remover mancha de vinho tinto quando o líquido acaba de pingar no tecido é relativamente fácil. Um pouco de água morna resolve o problema. Mas se a mancha secar, a coisa complica, e muito. 

Tenho uma toalha que é quase uma obra de arte: de linho fino, com renda de algodão, bordada à mão. Ganhei da minha tia e, antes de me presentear, ela lavou e engomou a peça, que ficou impecável, até que um amigo derrubou vinho tinto em vários pontos dela, e eu fiquei com o coração partido...

A mancha secou e a toalha estava lá guardada sem lavar, porque ouvi de um tintureiro que, com alguma técnica, seria possível tirar manchas de vinho tinto das toalhas desde que ela não tenha sido previamente tentada, ou seja, se você levar a peça à uma tinturaria TALVEZ eles removam a mancha, desde que você não tenha tentado fazer isso em casa, porque, com a técnica errada, a mancha se potencializa e se perpetua.



Mas eu não estava muito conformada em pagar R$ 40,00 pro tintureiro tentar salvar minha toalha. Então, pesquisando na internet, achei um monte de dicas de como AMENIZAR o problema, nenhuma com muita garantia.

Resolvi testar. Misturei 1 medida de detergente líquido neutro (o de lavar louça mesmo) e 2 medidas de água oxigenada (para desinfecção, e não para clareamento). Apliquei sobre as manchas com uma escova de dentes velha e fiquei esfregando por uns minutos. De tempos em tempos, aplicava mais um pouquinho dessa mistura e esfregava. 


Achei que as manchas tinham clareado, mas em certo momento, esse processo se estabilizou. Daí, como bicarbonato e vinagre resolvem quase tudo, eu coloquei um punhadinho de bicarbonato sobre a mancha e derramei vinagre branco. Fiz isso porque acredito que a efervescência que a mistura provoca ajudaria a abrir as fibras do tecido. Esfreguei de novo com a escovinha, e deixei toda essa mistureba agindo por uns 20 minutos. Durante esse tempo, despejei essas misturas todas algumas vezes e passava a escova.


TODAS as manchas sumiram! Depois lavei normalmente na máquina e a toalha está totalmente recuperada. Chupa tintureiro! Gastei R$ 2,30 com a compra da água oxigenada, e o resto eu tinha em casa, mas mesmo que eu precisasse comprar tudo o que usei, a soma daria no máximo R$ 10.

Fora o prazer de ter feito sozinha, né? Delícia!




23 de agosto de 2016

Eu, meu Ibrik, e nosso caso de amor é ódio

Quem acompanha o blog já sabe que toda vez que eu vou à Santa Catarina trago um presentinho pra minha casa. Essa nunca é a intenção da viagem mas lá cristais e porcelanas têm preços tão atrativos que ficam irresistíveis. E agora, a cerâmica também me conquistou.

Na minha última ida, voltei com panelas de cerâmica compradas direto na loja de fábrica da Ceralflame, e paguei por elas a metade do preço que pagaria aqui. Além delas, comprei um Ibrik (ou Cezve), que é o recipiente ideal para se fazer café turco. A peça é linda, e eu estou meio apaixonadinha por ela.


Felizona, assisti vídeos ensinando a técnica, comprei especiarias, rodei até achar o pó moído na textura certinha, e pus mãos à obra.

Gente, na boa, não é tão simples quanto parece (e nem tão gostoso também).

Os vídeos na internet dão conta de que você deve colocar o pó, a água, o açúcar, e o que mais lhe apetecer tudo junto e ferver algumas vezes essa mistura até poder servir. Simples assim, #sqn. Até eu conseguir fazer uma única xícara, a lambança foi grande (explico no vídeo) e o resultado final... bom, melhor eu treinar mais um pouco antes de dar minha opinião sobre o resultado final.



Considerações

Porque é preciso fazer o café turco num Ibrik?

O Ibrik é um recipiente pequenino, o que mantém a temperatura uniforme, e sua base é mais larga que sua boca, o que garante a fervura correta do café. O café turco precisa ser fervido duas ou três vezes antes de ser servido e entre cada ebulição da mistura (água, café, açúcar e especiarias), deve descansar por alguns segundos fora da chama. O cabo é bem comprido para evitar queimaduras, já que o manuseio dessa panelinha é constante.


Qual a dificuldade?

Antes de acertar o momento certinho de tirar o Ibrik da chama - comecei tirando assim que começava a fervura - eu fiz muita sujeira e perdi muito café. Quando o líquido entra em estado de ebulição, já é tarde para ser retirado do fogo porque o Ibrik está numa temperatura tão alta que mantém o processo. O resultado é que essa mistura ferve pra valer e "sobe", como se fosse leite, derramando tudo.


A percepção

Então depois de entender esse processo, comecei a retirar o Ibrik do fogo nos primeiros sinas de ebulição, quando a água dá aquela tremidinha mas não borbulha, sabe? Isso eu só consegui acertar depois da quarta ou quinta tentativa. Além do café, também perdi cardamomo todas as vezes que essa mistura derramou, o que me deixou chateadíssima porque o quilo dessa especiaria custa a bagatela de R$ 250 contos!


O resultado

Depois de ferver por três vezes a mistura de pó de café (1 colher de sobremesa), água (50 ml), açúcar e cardamomo (que no caso poderia ser anis estrelado ou canela também), é só servir, sem coar. O pó utilizado não pode ser o comprado no supermercado porque a moagem dele não é a adequada para o café turco. No turco, o pó tem que ser moído bem fininho, com textura de talco, muito pulverizado. É essa moagem correta que permite que o café seja fervido tantas vezes sem alterar seu sabor. O resultado é um café bem encorpado, muito aromático, mas que não conquistou o meu paladar. Pelo menos não o feito por mim. Talvez eu precise refazer agora, mais familiarizada com o passo a passo, e reavaliar esse sabor.


A gracinha

Bom, nem tudo foi ruim nessa experiência. Além de ter conseguido finalmente fazer uma xícara minimamente "tomável", o café turco reserva uma gracinha no final do processo: a borra no fundo da xícara, o que permite a prática da cafeomancia, técnica usada para descobrir o futuro através da borra do café. Ela foi desenvolvida pelos árabes e era usada pelas odaliscas dos antigos sultões. Esse oráculo ajuda no desenvolvimento da intuição, e é um exercício para a percepção espiritual, a medida que se tenta desvendar os significados dos símbolos.


 

  
(clique nas imagens para ampliar)

Eu obviamente não sei fazer a leitura da borra, mas vi que no fundo da minha xícara apareceu um golfinho com chifre (ou será um unicórnio aquático?)



Algumas dicas que encontrei na internet

Para fazer a leitura da borra do café é preciso estar em um ambiente calmo e silencioso.

Purifique o ambiente com incenso e coloque sobre a mesa em que a consulta será feita um copo com água e sal, isso ajudará a afastar energias negativas. Não é aconselhável fazer a leitura quando estiver angustiado ou ansioso, faça quando estiver tranqüilo. Isso porque os elementais acabam brincando com você, e os desenhos podem sair de forma estranha.

Prepare a mistura com pó de café, açúcar e água fervente. Deixar a mistura consistente. Depois, coloque 3 colheres (sobremesa) no fundo da xícara e tampe a com um pires. Vire a xícara para dentro, ou seja, na direção do coração e mentalize a pergunta desejada.Outro método para fazer a leitura é tomar o café e virar a xícara sobre o pires, mas nesse, é preciso mentalizar a pergunta enquanto estiver tomando o café. É preferível que a xícara seja branca.

A boa leitura depende de dois fatores: o significado das figuras e a posição delas na xícara. Se as imagens se formarem à esquerda da asa é sinal de que está sofrendo influência do passado. À direita, significa que está sob influência de fatos futuros. Próxima da asa ou da borda, indica que o resultado da sua "leitura" aparecerá mais rápido e nas laterais, os acontecimentos serão mais para o futuro.

Com a palavra, a profissional

O vídeo da barista Cecília Sanada, da Octávio Café, mostra que o processo é bem mais tranquilo que o que eu enfrentei, e não suja a cozinha toda. Talvez valha a pena ir tomar o dela, mesmo a casa cobrando 40 contos de estacionamento (foram 47, pra ser exata!)

11 de agosto de 2016

Pança cheia :: São Paulo tem um monte de festival gastronômico até o fim do ano


De uns tempos para cá, os festivais gastronômicos invadiram São Paulo e tá a maior modinha. Já teve festival do churros, do milho, do morango, e ainda vai rolar um montão deles. Tem de tacos, ceviche, queijos, sopa, brigadeiro, tem pra bolso raso e bolso fundo, tem pra paladar doce e paladar salgado... 

Deve ter mais uma porção rolando nos próximos finais de semana, mas as informações que eu tenho só desses que eu vou listar aqui no post.

Bora lá?

Agosto


Festival de Food Trucks Pais no West Plaza


A fim de complementar a oferta gastronômica na área, que já conta com opções como La Pasta Gialla e Pecorino Bar & Trattoria, food trucks e food bikes levará para o evento o melhor da gastronomia urbana, variando desde pratos típicos regionais até clássicos internacionais. Entre as especialidades estão, por exemplo, culinárias portuguesa, mexicana e australiana, ao lado de ceviches, especialidades com peixes e frutos do mar, sanduíches, hambúrgueres e coxinhas, tudo acompanhado por cervejas especiais e vinhos. Para a sobremesa, sonhos recheados, milk-shakes e brigadeiros gourmet farão a alegria do público. As opções serão vendidas a preços que variam de R$ 5 a R$ 35.
Quando: 11 a 14 de agosto de 2016
Quanto: Entrada gratuita (cardápio de R$ 5 a R$ 35)
Onde: Shopping West Plaza


Festa ao ar livre no Eataly


Sob o comando dos chefs executivos do Eataly, Ligia Karazawa e José Barattino, o sabor da Itália estará garantido, acompanhados pelas cervejas artesanais Paulistania e Barbante. Os sanduíches custarão R$ 28 e as bebidas e chopp saem por R$ 10.
Quando: 13 de agosto de 2016
Quanto: Sanduíches: R$ 28 / Bebidas e chopp: R$ 10
Onde: Eataly São Paulo


Festa de Nossa Senhora Achiropita


A 90ª edição da Festa de Nossa Senhora da Achiropita acontece no bairro do Bixiga nos finais de semana de 06 de agosto a 04 de setembro de 2016. O evento gastronômico deve receber cerca de 250 mil pessoas (20 mil por noite) dispostas a aproveitar o melhor da culinária, dança e música italiana. Em torno de 30 barracas vão oferecer delícias como polenta (R$ 10), fatias de pizza (R$ 4), fogazza (R$ 8) e, claro, os irresistíveis doces típicos. Elas ficam instaladas nas ruas 13 de maio, São Vicente e Doutor Luiz Barreto. A Procissão de Nossa Senhora Achiropita acontece no dia 21 de agosto, domingo, e tem a saída marcada em frente a igreja às 15h.
Quando: 06 de agosto a 04 de setembro de 2016
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Rua 13 de maio


Festival de Sopas Ceagesp


A temporada 2016 do Festival de Sopas Ceagesp estreia no dia 4 de maio de 2016 e se estende até 21 de agosto, de quarta a domingo, a partir das 18h. Pelo preço fixo de R$ 33,90 por pessoa (bebidas e sobremesas à parte), os clientes poderão saborear à vontade seis tipos de sopas por semana, incluindo a de cebola. 
Quando: até 21 de agosto 
Quanto: R$ 33,90 por pessoa (bebidas, sobremesas e mesa de antepastos cobradas à parte)
Onde: Ceagesp


Festival de Coxinhas no CERET


O evento trará não só a tradicional coxinha de frango, mas também recheios e massas exclusivas para o festival, como alho-poró, calabresa, camarão, palmito, carne seca, pizza, bacon, costela, salmão, acarajé, strogonoff, entre outras. Tem também os sabores doces, como churros, brigadeiro, doce de leite, beijinho, coxinha de leite ninho e as deliciosas coxinhas veganas.
Quando: 20 e 21 de agosto de 2016
Quanto: Entrada gatuita
Onde: Ceret Tatuapé


2º Festival do Brigadeiro na Av. Paulista


No cardápio, as mais diferentes variações de brigadeiro e também doces com o sabor brigadeiro, como churros, mousse, sorvetes e por aí vai. Já os brigadeiros vem em sabores como tradicional, chocolate belga, chocolate meio amargo, nozes, chocolate branco, creme de avelã, churros, amêndoas e também outros mais diferentes, como caramelo, cachaça, limão siciliano, cappuccino, romeu e julieta, hibisco, crème brûlée e muito mais.
Quando: 27 e 28 de agosto de 2016
Quanto: Entrada gatuita
Onde: Club Homs


Setembro


5ª Churrascada


No dia 3 de setembro, a agência Haute e os especialistas em carnes Rogério Betti e Gustavo Bottino realizam a 5ª edição do festival gastronômico Churrascada. Diferentemente das últimas edições, que receberam até três mil pessoas por dia, a Churrascada agora passa a ser mais compacta, para até mil pessoas, e acontecerá em um antigo moinho da família Matarazzo, na rua do Bucolismo, região central de São Paulo, das 13h às 22h.
Quando: 3 de setembro de 2016
Quanto: R$ 300 (open bar de cerveja, água e refrigerante)
Onde: Centro de São Paulo


5º Festival de Cerveja Artesanal


Nos dias 03 e 04 de setembro, São Paulo recebe a 5º Festival de Cerveja Artesanal no Memorial da América Latina. A entrada para o evento é gratuita. O evento vai trazer microempreendedores e someliers de cerveja, com diversos rótulos e sabores para os apreciadores da boa cerveja e também para aqueles que adoram novidades.
Quando: 03 e 04 de setembro de 2016
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Memorial da América Latina


Festival de Taco no Memorial da América Latina


Serão todos os tipos imagináveis de tacos sendo vendidos durante o evento. Entre os acompanhamentos estão sour cream, chilli, queijo e varias opções de recheio entre: carne desfiada, frango, pernil, calabresa, salmão, cogumelos, vegetariano e muito mais. Além disso, haverá outros estandes vendendo outros tipos de comidinhas e doces.
Quando: 10 e 11 de setembro de 2016
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Memorial da América Latina


Festival do Ceviche no Memorial da América Latina


Além do menu variado de ceviche, o organizador, Marcio Carneiro Alvarez, conta que vamos ter uma ampla praça de alimentação com outros quitutes latinos e ainda sugere cervejas artesanais, vinhos e drinks à base de pisco para acompanhar essa delícia. 
Quando: 10 e 11 de setembro de 2016
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Memorial da América Latina


Outubro


Feira de Queijos na Av. Paulista


O evento vai trazer diversas delícias direto dos produtores, como embutidos, biscoitos, bolos, pães, doces, compotas, salames, sucos, geleias, vinhos, cachaça, licores, cervejas artesanais, hidromel, temperos, pimentas e outras guloseimas para comer na hora ou levar para casa.
Quando: 22 e 23 de outubro de 2016
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Club Homs


Mercado da Roça - Feira dos Produtores


O evento trará produtos direto dos seus produtores: queijos, embutidos (linguiças, salames, frios), doces, geleias, compotas, antepastos, temperos, biscoitos, pães, bolos, chocolates, vinhos, licores, cachaças, cervejas artesanais e utensílios e acessórios culinários (tábua de carne, pano de prato, colher de pau, canecas, coadores) e muito mais. 
Quando: 22 e 23 de outubro de 2016
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Club Homs


Durante o ano todo


Festival Árabe de Rua no Centro


O Festival Árabe, evento com mais de 100 tendas com o melhor da cultura dos países do Oriente Médio, está com novo endereço. Agora o festival funciona no novo Parque Dom Pedro II, junto ao Museu Catavento, na região central de São Paulo. A entrada é gratuita e o festival acontece aos sábados e domingos das 10h às 20h. No festival, o público tem a oportunidade de conhecer e se aproximar da cultura de países do oriente médio como Bahein, Comores, Djibouti, Kuwait, Líbia, Mauritânia, Omã, Catar, Sudão, Iemen, Somália, Tunísia e Iraque, além dos mais conhecidos como Líbano, Síria, Egito, Marrocos, Arábia Saudita, Jordânia, Palestina, Argélia e Emirados Árabes.
Quando: Sábados e domingos, das 10h às 20h
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Avenida Mercúrio


Festival Gastronômico no Parque Burle Marx


O local é coberto pelas copas das árvores e possui mesinhas com bancos feitos de reaproveitamento de troncos, perfeito para um lanche, um almoço ou mesmo para uma bebida refrescante no meio da tarde. De forma intimista os food trucks, food bikes e carrinhos de sorvete são organizados para atender todas as demandas e gostos. Com a ideia de ter sempre a opção de pratos com carne, vegetarianos, massas, peixes e sobremesas com doces ou sorvetes parte da renda é revertida para manutenção do parque, que é gerido e mantido pela Fundação Aron Birmann.
Quando: Sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h
Quanto: Entrada grátis
Onde: Parque Burle Marx