20 de abril de 2016

De quando não cabe mais no peito...



Todos os dias, geralmente pela manhã, eu recebo um presente. Na maioria das vezes são músicas, e em outras, uma poesia. 

Eles chegam e melhoram o que está à minha volta, suavizam o peso de algumas coisas. E o dia segue...

Mas hoje foi diferente... o de hoje também foi uma poesia, mas foi diferente.

O de hoje preencheu espaços, transbordou, se espalhou, não coube no peito. Colou no meu rosto um risinho constante, desses que a gente fica com ele na cara o tempo todo, no trânsito, no chuveiro, no meio da rua, em qualquer lugar, e nem percebe.

O presente de hoje é lindo, traz calma, tem poderes medicinais... #grata!

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