13 de fevereiro de 2015

Sobre "A Teoria de Tudo"


Sou meio avessa a correr assistir filmes indicados a muitos Oscars, porque eles tendem a ser bem comerciais. Não é o caso de "A Teoria de Tudo".

A cinebiografia de um rapaz que, com 21 anos é diagnosticado com uma doença degenerativa, com perspectiva de vida de apenas 2 anos, parece desanimadora por se tratar de uma história triste, tensa e que faz chorar.

Realmente faz chorar! Só em escrever aqui já estou comovida. Mas faz chorar pela lindíssima história de superação, da generosidade de Stephen Hawking como pessoa e de sua genialidade como físico; de quem o interpreta, Eddie Redmayne, como ator; e de James Marsh, como diretor.

Não é só um filme que narra a vida de Hawking. Ele conta a vida de Hawking da perspectiva de quem está se apaixonando por ele. De como é conviver com a deficiência severa e a genialidade. Nessa perspectiva, Felicity Jones tem papel fundamental, como a esposa destemida, dedicada, inteligente e apaixonada.

Teria todos os elementos pra ser um filme triste, mas não é uma cinebiografia convencional. Stephen Hawking é otimista, e o filme também é assim. Lindo! Sensacional!

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