20 de fevereiro de 2015

Minha visita ao lindo prédio do Museu do Café

 

Construído na maior praça de café do mundo, à época, a bolsa oficial do café foi inaugurada em 1922, em Santos. Hoje o local não promove mais pregões. Desde 1998, o prédio abriga o museu do Café, cuja reforma e restauro mantiveram o projeto arquitetônico do início do século. 

O prédio é lindo, principalmente por fora. Dentro, obras de Benedito Calixto, como os painéis e vitrais, fazem parte do acervo. Ainda fazem parte do projeto museológico a livraria, a biblioteca e o centro de preparação do café. Além disso, tem uma cafeteria, que é um caso à parte, do qual falarei depois num texto após as fotos.

Quanto à bolsa de café, ela funcionou até 1986, mas ficou fechada em alguns períodos, como em 1929, na Quebra da Bolsa de Nova York; em 1932, durante a Revolução Constitucionalista e a II Guerra Mundial.

O último pregão aconteceu na década de 1950, quando os negócios do café foram transferidos para a cidade de São Paulo. Mas até 1986, quando foi desativada, funcionou para a divulgação da cotação do café no mercado internacional. Depois de dez anos fechado, o Museu do Café foi restaurado em parceria com o Governo Mário Covas.

Foram 14 meses de trabalho até a reinauguração realizada em 25 de setembro de 1998. Atualmente ele é mantido pela Associação dos Amigos do Museu do Café.
 
 
 
 


 





 
 












 



A cafeteria
 
O que esperar de uma cafeteria localizada dentro do Museu do Café, num prédio tão imponente? Bom, talvez minhas expectativas em relação ao lugar estivessem um pouco altas, e por consequência, difíceis de serem atingidas, mas o fato é que a cafeteria decepciona.
 
O lugar é feio (não acho que tenha sido bonito nem antes de sua deterioração), mal conservado, e até um pouco sujo. As instalações estão de dar pena e o serviço deixa muitíssimo a desejar, além de ser caro. Infelizmente não tirei muitas fotos porque fiquei decepcionada, mas devia ter tirado para ilustrar meu desapontamento.
 
Em contrapartida, o café tem mesmo um gosto diferenciado. É o que vale a pena na cafeteria, só! Uma xícara minúscula do Jacu Bird Cofee custa R$ 29,00, mas como não vou ao Museu do Café todos os dias, resolvi experimentar. É bom! É bom pra caramba! Mas lá, até o expresso de R$ 4,50 é gostoso demais. Sendo assim, se for só pelo café, a cafeteria vale a pena. Pra curtir o local, não rola...
 




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