25 de fevereiro de 2015

Os 10 maiores livros de todos os tempos, segundo grandes autores


Olha que legal! O site canal do ensino publicou uma lista com os 10 maiores títulos de livros do mundo, de todos os tempos. Os livros foram eleitos como "os melhores" de acordo com a opinião de 125 grandes autores, convidados a listarem seus prediletos. Depois, numa triagem ainda mais compilada, 10 obras foram reunidas em uma só, dando origem à uma espécie de edição de colecionador.


Vou reproduzir a lista aqui, mas na postagem do site, há uma explicação mais detalhada de como se chegou à essa lista tão preciosa, e o melhor: há links para o download de cada livro em e-readers e tablets ou apenas para ler online. A única exceção é para o livro Lolita, de Vladimir Nabokov, 4º lugar no ranking. Para este, ao invés do texto completo, você vai encontrar uma gravação em áudio do próprio Nabokov lendo um capítulo de seu livro.

Mas... (tem sempre um mas...) todas essas obras disponibilizadas nesses links estão em inglês, e inglês definitivamente não é minha segunda língua. Estou com uma edição do Frankenstein em casa, em inglês, que meu filho leu em 10 dias e eu não li nem 10 páginas em 10 meses!

De qualquer forma, muito legal conhecer a lista. Só não foi muito legal constatar que dos 10, só li 2 - e em português! Tô em dívida com a literatura.

Vamos à lista:

1. Anna Karenina, de Leon Tolstói

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2. Madame Bovary, de Gustave Flaubert

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3. Guerra e Paz, de Leon Tolstói

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4. Lolita, de Vladimir Nabokov

Ouça Nabokov ler um capítulo

5. As Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain

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6. Hamlet, de William Shakespeare

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7. O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald

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8. Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust – livro em 7 volumes

No Caminho de Swann (Swann’s Way)

À Sombra das Raparigas em Flor (Within a Budding Grove)

O Caminho de Guermantes (The Guermantes Way)

Sodoma e Gomorra (Cities on the Plain)

A Prisioneira (The Captive)

A Fugitiva (The Sweet Cheat Gone)

O Tempo Redescoberto (Time Regained)

9. Os Contos de Anton Chekhov

Leia Online

10. Middlemarch: Um Estudo da Vida Provinciana, de George Eliot

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24 de fevereiro de 2015

Um mês de boas leituras


Meu último mês foi assim: 2 livros, com 2 volumes cada, lidos em pouco mais de 2 quinzenas. Pra não perder o pique, terminei a leitura de Os Miseráveis (em 1832, originalmente Les Misérables, de Victor Hugo) e em seguida já comecei Crime e Castigo (em 1866, originalmente Преступле́ние и наказа́ние, de Fiódor Dostoiévski). São livros densos, com um conflito central e outros periféricos, carregados de psicologia, religião e questões de forte cunho social.

Algumas histórias foram tão bem construídas e com tanta qualidade, que o valor delas foi posto à prova do tempo. Mesmo escritas há quase 200 anos, elas se mantêm sempre atuais e ganham nova vida a cada geração de leitores que tem o prazer de conhecê-las. 

Claro, não são leituras fáceis, não só pelo que trata e pela importância que tem no mundo todo. Questões objetivas, como o tamanho dessas narrativas (cada livro tem 2 volumes), as mudanças linguísticas ocorridas no passar de todas essas décadas e a dificuldade em superar a densidade da história e torná-la uma leitura fluente, causam uma certa ansiedade.

Mas essas são questões meramente físicas e pessoais, nada tem a ver com minha opinião sobre os livros. Sobre eles, o que posso dizer além de "têm que ser lidos"? Opinar sobre obras que já se perpetuaram no cenário literário seria quase uma blasfêmia!

Reafirmo, então: têm que ser lidos.

23 de fevereiro de 2015

Bom comercial 18 - posto Ipiranga

Faz um tempão que não posto sobre comerciais de TV que eu acho legal mas é que, ultimamente, não tem aparecido algo que me chame a atenção.

Esse, da rede distribuidora de combustíveis Ipiranga, não é espetacular, mas é bonitinho, pra maioria das pessoas que o assistem. Para os osasquenses, como eu, é mais que bonitinho... é engraçado!, e por isso vale a postagem. 

20 de fevereiro de 2015

Sapatinhos ecologicamente corretos

 
Minha mãe odeia meus sapatos. Antes, ela falava por dias ao me ver com um modelo novo. Agora, que já deve estar acostumada, só olha torto. Às vezes dá uma debochada também, mas em geral, só olha torto e limita-se a dizer que não tenho gosto de mulher, pra calçados.
 
Bom, não sei se meu gosto é masculino, ou diferente. Mas já sei que é diferente do dela, e então não ligo pras suas praguejações, muito menos para o seu preconceito. Só que dessa vez, ela pegou pesadinho. Disse que meus sapatinhos vermelhos, pelos quais estou apaixonada, além de horríveis, são feitos de lixo (isso porque o solado é feito com borracha reciclada).
 
Puxa, e logo pra mim, que tento andar na linha certa com o lance da consciência ambiental. Nada de lixo na rua, nada de levar sacolinhas plásticas pra casa, nada de desperdiçar água... Com sapatinhos de sola ecologicamente corretas, quem sabe não ando mais certinho ainda?
 
Minha mãe não sabe de nada!!!
 
   

Minha visita ao lindo prédio do Museu do Café

 

Construído na maior praça de café do mundo, à época, a bolsa oficial do café foi inaugurada em 1922, em Santos. Hoje o local não promove mais pregões. Desde 1998, o prédio abriga o museu do Café, cuja reforma e restauro mantiveram o projeto arquitetônico do início do século. 

O prédio é lindo, principalmente por fora. Dentro, obras de Benedito Calixto, como os painéis e vitrais, fazem parte do acervo. Ainda fazem parte do projeto museológico a livraria, a biblioteca e o centro de preparação do café. Além disso, tem uma cafeteria, que é um caso à parte, do qual falarei depois num texto após as fotos.

Quanto à bolsa de café, ela funcionou até 1986, mas ficou fechada em alguns períodos, como em 1929, na Quebra da Bolsa de Nova York; em 1932, durante a Revolução Constitucionalista e a II Guerra Mundial.

O último pregão aconteceu na década de 1950, quando os negócios do café foram transferidos para a cidade de São Paulo. Mas até 1986, quando foi desativada, funcionou para a divulgação da cotação do café no mercado internacional. Depois de dez anos fechado, o Museu do Café foi restaurado em parceria com o Governo Mário Covas.

Foram 14 meses de trabalho até a reinauguração realizada em 25 de setembro de 1998. Atualmente ele é mantido pela Associação dos Amigos do Museu do Café.
 
 
 
 


 





 
 












 



A cafeteria
 
O que esperar de uma cafeteria localizada dentro do Museu do Café, num prédio tão imponente? Bom, talvez minhas expectativas em relação ao lugar estivessem um pouco altas, e por consequência, difíceis de serem atingidas, mas o fato é que a cafeteria decepciona.
 
O lugar é feio (não acho que tenha sido bonito nem antes de sua deterioração), mal conservado, e até um pouco sujo. As instalações estão de dar pena e o serviço deixa muitíssimo a desejar, além de ser caro. Infelizmente não tirei muitas fotos porque fiquei decepcionada, mas devia ter tirado para ilustrar meu desapontamento.
 
Em contrapartida, o café tem mesmo um gosto diferenciado. É o que vale a pena na cafeteria, só! Uma xícara minúscula do Jacu Bird Cofee custa R$ 29,00, mas como não vou ao Museu do Café todos os dias, resolvi experimentar. É bom! É bom pra caramba! Mas lá, até o expresso de R$ 4,50 é gostoso demais. Sendo assim, se for só pelo café, a cafeteria vale a pena. Pra curtir o local, não rola...
 




13 de fevereiro de 2015

Sobre "A Teoria de Tudo"


Sou meio avessa a correr assistir filmes indicados a muitos Oscars, porque eles tendem a ser bem comerciais. Não é o caso de "A Teoria de Tudo".

A cinebiografia de um rapaz que, com 21 anos é diagnosticado com uma doença degenerativa, com perspectiva de vida de apenas 2 anos, parece desanimadora por se tratar de uma história triste, tensa e que faz chorar.

Realmente faz chorar! Só em escrever aqui já estou comovida. Mas faz chorar pela lindíssima história de superação, da generosidade de Stephen Hawking como pessoa e de sua genialidade como físico; de quem o interpreta, Eddie Redmayne, como ator; e de James Marsh, como diretor.

Não é só um filme que narra a vida de Hawking. Ele conta a vida de Hawking da perspectiva de quem está se apaixonando por ele. De como é conviver com a deficiência severa e a genialidade. Nessa perspectiva, Felicity Jones tem papel fundamental, como a esposa destemida, dedicada, inteligente e apaixonada.

Teria todos os elementos pra ser um filme triste, mas não é uma cinebiografia convencional. Stephen Hawking é otimista, e o filme também é assim. Lindo! Sensacional!

9 de fevereiro de 2015

Silêncio, Benjamin Clementine vai tocar

Dizer que Benjamin Clementine é a versão masculina de Nina Simone seria tirar o seu brilho próprio e colocá-lo à sombra dela.

Não ... Não é assim! Lembra Nina Simone, mas o cara é único - e assombroso!

Nem vou ficar aqui escrevendo sobre sua vida porque isso tira a atenção do vídeo, e histórias tem aos montes na internet. Mas quero registrar duas coisas: ele tem 26 anos! e ele já tocou no Montreux Jazz Festival.

4 de fevereiro de 2015

Compartilhando amor

Recebi o link deste vídeo de presente e resolvi postar porque é lindo...

Pena que um ato que deveria ser tão corriqueiro, hoje é tão raro a ponto de ser motivo de comemoração. 

video

3 de fevereiro de 2015

E se fosse hoje, Jânio ?

Um jornalista brasileiro estava em Jerusalém quando Jânio Quadros renunciou à Presidência em 1961. Sabendo que havia um brasileiro hospedado no King David, Ben-Gurion mandou chamá-lo e quis saber por que, no seu país, houvera a renúncia de um presidente moço, com apenas sete meses no poder. O jornalista disse que Jânio estava com problemas e, como era um homem imprevisível, decidira deixar o governo.

Ben-Gurion espantou-se: "Mas como tinha problemas? O Brasil tem tanta água!".


Extraído daqui.