18 de dezembro de 2014

Coisas de Marina

"Tia, eu já sei como o Papai Noel faz pra comprar os presentes sem que as crianças fiquem enchendo o saco dele na loja.

Como?

Ele vai disfarçado 'no' shopping.

Ah é? Como você sabe disso?

'Eu vi ele' de calça jeans no mercado."

17 de dezembro de 2014

Carta ao Bom Velhinho

Esse ano eu completei 40, me mudei de casa, me livrei de bagagens pesadas que causavam dores, usei menos sacolas plásticas, comprei menos sapatos, comprei mais livros, fiz novos amigos e mantive os antigos, eduquei meu espírito,  mobiliei meu apê, fiz mais malcriações, dirigi mais, viajei mais, levei menos desaforos pra casa, confiei mais...

Então tiquei um monte de itens que colocaria na minha cartinha pro Bom Velhinho.

Vou pedir quase nada!

16 de dezembro de 2014

Mais três filmes na minha lista

Há pouco mais de um mês eu fiz uma lista dos meus filmes prediletos. Lá constam 47 títulos de filmes que eu veria novamente, e novamente, e novamente, como de fato, alguns eu vejo, mas é claro que devem existir muitos outros, principalmente os vistos na infância, que eu não me lembrei de citar, como Marcelino Pão e Vinho, por exemplo.

E também depois da lista feita, outros nomes de incorporariam à ela, por terem sido vistos pós-rol. É o caso de "Os Intocáveis", do original "Intouchables", que vi ontem, e pelo qual estou apaixonada (nessa citada lista, o filme 32 tem o mesmo título, mas trata-se de outra obra).

Cena de "Intouchables"
O filme francês aborda a relação de um multimilionário tetraplégico e do seu peculiar auxiliar de enfermagem, baseado no livro autobiográfico de Philippe Pozzo di Borgo, Le Second Souffle. 

Baseado em fatos reais, Intouchables foi o filme mais visto na França em 2011 e é o mais rentável filme francês da história, cuja arrecadação da venda dos direitos de autor pela adaptação do livro ao cinema, cerca de US$ 650 mil, foi doada a uma associação de ajuda a deficientes físicos.

É muito bom, apesar de achar que algumas passagens são totalmente improváveis. Na verdade, sem ter lido o livro em que a história foi baseada, a impressão que se tem é a de que o filme é muito corrido, tudo acontece rápido demais. Isso não muda o fato de que o livro entra pra minha despretensiosa lista de predileções. Aproveito o post para incluir também "Antes de Partir", que já vi tem um tempão. 

11 de dezembro de 2014

Pode chegar, Papai Noel


Este é o primeiro ano em que chega o natal e eu já estou no meu apartamento. Por uma questão de espaço, optei por uma lanterna rústica, com velas e arranjos dentro, para a decoração. Só? É, só! Tem alguns badulaquezinhos aqui e ali pela casa, que remetem ao natal, mas decoração mesmo, necas. Achei que não cabia uma árvore, que iríamos ficar esbarrando, juntando pó, enfim, não montei uma.







Mas agora, com a compra dos presentes, ela faz uma falta... :(

Os de quase todas as pessoas que eu amo já estão aí, disputando espaço com o Quebra-Nozes. Quando chegarem os que faltam, vão para debaixo da mesa. Isso não é decoração de natal para esperar Papai Noel. Mas pra compensar, ele ganha lanchinho...

Pode chegar, Papito!


É o que tem pra hoje...


9 de dezembro de 2014

Minha primeira noite com os irmãos de nome difícil

Calma meninas! Não é um fetiche - ou pelo menos não a realização de um... kkkk

Para os meninos, digo o mesmo. Portanto, não se empolguem e sosseguem suas mentes... 

Tive um fim de semana puxado e o cansaço, invés de me ajudar a dormir, me trouxe uma noite de insônia. Elas estão cada vez mais raras, mas as vezes acontecem. Hoje foi uma delas! Então eu me animei a iniciar a leitura de "Os irmãos Karamázov" (Братья Карамазовы), última obra do russo Fiódor Dostoiévski, escrita em 1879, e que segundo Freud, trata-se da maior obra já escrita na história.


O livro já havia sido comprado há mais de quinze dias e estava lá, no meu quarto, me desafiando. Esta noite, Ivan e Aliêksei Fiodorovitch Karamázov, os filhos do palhaço devasso, me fizeram companhia e quando eu vi o relógio já estava despertando. Claro que hoje estou com olhos de sapo, mas tudo bem, a leitura prende e realmente vale a pena.

Então esta experiência na cama com os irmãos de nome difícil parece ter só começado. Pelo tamanho do livro, o namoro promete durar umas semanas, ainda... 


8 de dezembro de 2014

Imortal, mesmo não estando mais aqui :: os 34 anos da morte de Lennon


Quem tem legado, morre? Quando John Lennon morreu, eu tinha 6 anos e não sabia necas da vida. Até uns poucos anos depois disso, eu achava que Lennon era uma coisa tão distante de mim que imaginava que sua morte havia acontecido muuuuuito antes de eu nascer.

Mas aí, provavelmente pelo meu pai, que tinha o álbum Help, fui apresentada aos Beatles através desse disco. Não apresentada propriamente, porque ele não ouvia os meninos com o objetivo de que eu conhecesse o som, mas de qualquer forma, fui apresentada.

De algum jeito que eu não sei explicar, o fato de saber que Lennon viveu nesse planeta durante alguns poucos anos comigo me pareceu estranho. Depois entendi que eu tinha essa sensação porque ele era um ídolo, uma lenda, uma história...

E daí a gente também compreende que isso não morre. Não se trata de uma pessoa... É uma coisa, entende? Meu filho sabe quem é. Meu neto provavelmente saberá também. Pra sempre, acho que as pessoas saberão.

Quando alguém assim se vai, dá pena por saber que mais nada, depois disso, sairá de sua genialidade. Mas refresca saber que tudo que veio dela, antes disso, ficará pra sempre... Imagine?

Flores de chocolate para o bolo de casamento da Soraia e do Marcelo

Para o casamento de sábado, minha mãe convocou a família (exagero meu, mas tinha uma galera empenhada nisso) a moldar as flores que ela queria colocar no bolo. Usando uma massa comestível, com sabor de chocolate branco, ela queria que fizéssemos pequenas rosas que seriam dispostas em cachos no bolo confeitado com pasta americana.

Ok, vamos tentar...




Confesso que as minhas ficaram mais parecidas com camélias, mas no final, o bolo foi decorado como minha mãe queria. E daí ficou assim... 


  


E, pra constar, os arranjos de flores da mesa foram feitos por mim  ;)





1 de dezembro de 2014

Você quer brincar na neve? :: a festa da Marina


Esse ano nossa pequena princesa completou 6 anos e, para comemorar, escolheu o tema Frozen para sua festa (quem já leu os posts anteriores, tá careca de saber! rsrsrs...). 

Tudinho, tudinho mesmo, em relação à decoração, foi feito por nós. Nessa dança entra a mãe, a vó Olga - que fica responsável pelo bolo, sempre, as tias e a Andréia, amiga da mãe da aniversariante. O resultado do trabalho dessa equipe é esse, ó:

(clique nas imagens para ampliar)

















































E com convidadas especiais...  :D