27 de novembro de 2014

Renata Herrera Happy Cakes :: ou cafeteria da Renata


Acho minha cidade um pouco carente de lugares bonitinhos pra se tomar um café. Meses atrás eu postei sobre uma brigaderia que tinha aberto aqui, mas que já fechou por um motivo triste, mas justo, e então ficamos sem um lugarzinho fofo pro cafézinho, novamente.

Mas hoje, andando pelo Centro da cidade na hora do almoço, conheci a "Renata Herrera Happy Cakes", uma cafeteria bem agradável, novinha, limpíssima e de bom gosto. Preço justo e um serviço "quase familiar", tanto que fiquei um tempão lá batendo papo com a mãe da proprietária enquanto comia o brigadeiro da casa, que é de lamber os dedos.

Este post, como todos os outros deste blog, não é promocional. Só acho que vale a pena divulgar boas intenções, como a da Renata, de trazer para Osasco um lugar que respeite o consumidor. Aqui não se vê muito disso...

Pra quem quiser conferir o que estou postando, deixo o endereço: Rua dos Marianos, 93.







25 de novembro de 2014

Conversa de criança

#conversadecrianca1: Meu armário da cozinha é de madeira nas laterais, mas todas as portas são de vidro e em duas delas, tem chave.

Tia, seu armário da cozinha já veio com chave?
Já.
Porque?
Não sei. Acho que é pra guardar guloseimas e a criança não pegar.
Ah, mas aí é a maior sacanagem né? Por que a gente pode olhar lá dentro e não pode pegar!?!?

-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-

#conversadecrianca2: Hoje no carro, voltando da escola, ela prestou atenção na música que tocava no rádio. Adriana Calcanhoto cantava "Mentiras", cuja letra pode ler lida aqui, pra entender melhor a conversa.

Tia, a cantora fez tudo isso pra quem voltar?
Acho que o namorado, não sei.
Mas ele não vai voltar porque ela quebrou tudo dele!
É (eu também não voltaria)


24 de novembro de 2014

Coisas boas de se lembrar :: The Velvet Underground & Nico

Quando eu era uma menina ainda, bem novinha, na faculdade, tinha uma paixãozinha que me fazia suspirar. Sabe essas paixões que acabam, mas que a pessoa fica porque foi com ela que aconteceram coisas inesquecíveis? Pois bem, é o caso... Coisas inesquecíveis aconteceram com outros alvos das minhas paixões também, mas hoje me lembrei desse porque vi o vídeo de dois jovens - Mathieu Saikaly e Pauline - interpretando Femme Fatale.

O filme dispensa comentários. Mas não foi por causa do filme que me lembrei disso e sim por causa da música. Foi nessa época da faculdade, e por influência dessa situação que descrevi rapidamente aí em cima, que fui apresentada ao som de The Velvet Underground (foi ele quem me apresentou Lou Reed também!). Isso tem mais de 20 anos...   :D

Bom seria se todas as paixões que nos acontecem ao longo da vida só deixassem coisas boas assim pra se lembrar, né? Olha que delícia de interpretação...


Não tão doce quanto Mathieu e Pauline, mas imperdível de se ouvir nas vozes de quem gravou a canção, originalmente. O vídeo abaixo vale a pena não só pela música, mas pela beleza da Nico, cujos traços são tão fortes quanto sua voz. A apresentação é de 1975.

20 de novembro de 2014

Isso vale?

"O que você gosta em um homem?", me perguntou um amigo.

E eu respondi: "que ele me faça rir".

"Ah, isso não vale... tô perguntando de verdade. O que você gosta?"

"Que ele desligue o celular enquanto janta comigo. Isso vale?"



Tá, eu também gosto de homens altos e que usem camisa xadrez, que usem chapéu, que usem bolsa carteiro e que usem cachecol. Que consigam conversar comigo sobre livros e músicas. Que tenham outras qualidades que não vou listar aqui porque não vem ao caso. O que vem ao caso, de fato, é essa minha conversinha aí de cima, que me colocou pra pensar.

Por que é tão difícil acreditar que bom humor e educação também encantam (ou valem... rsrs)?

Sabe o que esse amigo me respondeu?

"Porque isso não se procura. Isso é regra básica. Quem não tem, nem pode competir no mercado afetivo".

É, ele tem razão...  :D

19 de novembro de 2014

Pra receber gente que eu amo :: carinho dobrado

Resolvi preparar porções individuais da sobremesa que eu servi em casa ontem. Acho bonitinho, carinhoso, delicado, e acho que faz com que a visita se sinta especial (e é mesmo!).

Então preparei manjar com calda de vinho e enformei em mini forminhas, do tamanho da palma da minha mão. Confesso que desinformar é um parto, mas o resultado fica tão bom que vale a pena. E o gosto, de acordo com a avaliação, é "dos deuses"!!!  :D

Querem ver? Eu mostro, e posto a receitinha abaixo.




Tá, eu conto! A princípio a ideia era fazer pudim de leite condensado, mas confesso que a coisa não deu lá muito certo. Como a forma é muito pequenina, não dá pra caramelizar direto no fogo, então fiz calda de açúcar separada e caramelizei com pincel culinário. Acho que esse foi um dos problemas, já que desse jeito não cria aquela crostinha de açúcar na parede da forma, sabe? Então o pudim ficou branquelo.

O outro probleminha foi o ponto de cozimento do doce. Em forma pequena assim, não dá pra saber quanto tempo deixar no forno. Fiquei com medo de queimar, mesmo em banho-maria. Então suspeito que tirei antes da hora, apesar de passar no teste do garfo (quando espetamos e ele sai lisinho) e de a consistência estar firme. Ele até ficou todo furadinho, como o pudim de leite condensado requer, mas o gosto era de ovo! rsrsrs... Ou seja, estava meio cru, acho...

Desisti do pudim. Outro dia testo de novo.

Parti pro manjar e foi muito acertado. Deixo a receita aqui, que é de fácil preparo, fica bom pra CARAMBA e a calda é um showzinho a parte.

Pro manjar: 1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite, 1 vidro de leite de coco, 2 latas de leite, 1 pacotinho de gelatina incolor e insípida, 4 colheres de amido de milho. Quem quiser, e gostar, pode colocar coco ralado também, mas sem exagero, se não ele fica pesado, desce pro fundo da forma e fica todo concentrado em um lugar só do manjar.

Sem ligar o fogo, coloquei na panela o leite condensado, o creme de leite, o leite de coco e 1 lata de leite. Mexi bem, até homogenizar e acendi o fogo. Na outra lata de leite, dissolvi o amido de milho e juntei à mistura. Deixei cozinhando em fogo baixo, e mexendo continuamente. Demora, mas tem que ser assim, se não vira um mingau empelotado. NÃO PODE PARAR DE MEXER! Quando já está bem quentinho, junto a gelatina já dissolvida em um pouco de água quente também, e continuo mexendo até virar um creme consistente.

A forma (tanto faz uma grande ou algumas pequenas, como eu fiz) não precisa ser untada, mas eu a deixo mergulhada um pouco em água com gelo enquanto o creme está cozinhando. Alguém me falou, algum dia, ou eu li em algum lugar, que esse choque térmico ajuda na hora de desenformar o manjar. Não achei nada na internet sobre isso e talvez não tenha fundamento, mas eu faço porque desenformar esse doce é meio tenso e então toda dica ajuda... rsrsrs...

E assim, logo que o creme chegue no ponto consistente, coloque nas forminhas e leve à geladeira por 24 horas. Com o auxílio de uma espátula pequena, fui soltando o manjar da parede da forminha e virando nos pratinhos onde foram servidos. Com umas batidinhas, umas sacudidinhas e um pouco de paciência, eles "desgrudam" da forma e se soltam nos pratos.

Guardei na geladeira e fiz a calda, que só vai por cima do doce na hora de servir, mas que precisa estar pronta bem antes pra não ser servida quente. 

Então, para a calda, coloquei numa panela 2 xícaras de açúcar, 1 xícara de água, um punhado de cravo e alguns paus de canela. Deixei ferver até reduzir a água e a mistura ficar em ponto de fio. Desliguei o fogo, acrescentei 1 xícara de vinho tinto seco e voltei para o fogo por mais uns 8 a 10 minutos - até dar o ponto de calda. Essa calda pode ficar na geladeira por meses, pronta pra ser usada sempre que precisar, sem alterar o gosto ou estragar.
  

17 de novembro de 2014

Então "bistrô" é isso? Gostei...


Achava que bistrô era o nome que davam aos restaurantes para agregar valor ao lugar, dar um up na coisa, sabe? Manja coisa fina? Chique de doer? Pois é... agora tô aqui com a maior cara de tacho.

Bistrô, em seu conceito, é um restaurante rústico, sem frescura, com poucas e tradicionais opções no menu. Do francês, bistrot, em geral são restaurantes com poucas mesas, empresa familiar, a esposa cozinha e o marido cuida do caixa. Sem garçons, sem paparicos, o vinho servido é o da casa mesmo, sem rótulo. Na saída, tem um cafezinho por conta da casa. A vantagem é que o serviço é ágil, simpático e quase "de casa".

Se você está na França, e entra em um lugar assim, está num bistrô.

Mas em São Paulo... Bom, em São Paulo tudo agora é bistrô. Aqui a palavra virou, muitas vezes, sinônimo de lugar bacana – ou de qualquer outra coisa cujo ramo de atividade seja alimentação. Até rotisseria ganha placa de bistrô, e aí fica essa cafonice generalizada. 

Mais do que um tipo de restaurante, o termo bistrô descreve bem a filosofia de determinados estabelecimentos, onde a regra é comer bem, sem grandes invencionices nem técnicas da cozinha moderna. Mas isso não é tudo. Grande parte do charme de um bistrô é fazer com que o cliente se sinta em casa. E vamos combinar que em casa, a gente não come com talher de prata... rsrsrs...

Então tá, fica combinado assim: bistrô é lugarzinho charmoso, mas nada de glamour.

Onde eu aprendi? Na internet...

Cozinha de vó :: #sqn

Se eu descrever minha cozinha, as pessoas vão achar que quem mora lá é uma vózinha, porque vou contar que minha pia tem cortininha e minha geladeira tem muitos imãs.

Sem problemas, porque cozinha de vó é uma delícia!

Mas como eu ainda não sou vó, vou esclarecer que na minha cozinha tem sim, elementos da vovó, mas um tiquinho atualizados. 






12 de novembro de 2014

Meus 40 e tantos filmes prediletos

Cena de "O Pianista", de Roman Polanski. É de chorar. Muito!!
Já fiz uma lista das minhas 29 músicas preferidas, já fiz uma lista de 51 coisas sobre mim, e esta semana, tentando avaliar um filme que vi segunda-feira, fiquei pensando em se ele entraria para o meu rol de filmes preferidos ou não. Então, obviamente, pensei numa lista...

O filme em questão não entrou!  Apesar de ele ter chegado até mim por causa de uma indicação para assistir a uma propaganda, cuja historinha contada em 3 minutinhos é muito bonitinha, o filme mesmo não me deu formigamentos, mesmo eu tendo gostado. Já a referida propaganda, essa sim entra para a minha lista de comerciais de TV favoritos. É fofa, me fez chorar. Tanto o filme, quanto o comercial, podem ser vistos aqui (o filme só começa aos 9:40 nesse link). A propaganda merece todo o destaque porque é muuuuito bonitinha.

Agora voltemos ao meu rol de filmes. Pensando nos favoritos, listei películas que eu amei ter visto, dessas que a gente vê os créditos todos no final do filme passando inteiro na tela ainda de boca aberta, imóvel, e em alguns casos com a cara bem inchada de chorar.

Compartilho, então, o meu gosto para filmes. Acho que minha próxima lista será de livros...

1. Um estranho no ninho (Milos Forman)

2. A doce vida (Federico Felini)

3. Tempo de violência (Quentin Tarantino)

4. A última tentação de Cristo (Martin Scorsese)

5. Amadeus (Milos Forman)

6. A lista de Schindler (Steven Spilberg)

7. O silêncio dos inocentes (Jonathan Demme)

8. Nosferatu (Murnau)

9. Salada Russa em Paris (Youri Mamine, Mikhailov)

10. Um sonho de liberdade (Frank Darabont)

11. O advogado do Diabo (Taylor Hackford)

12. Como se fosse a primeira vez (Peter Segal)

13. Click (Frank Coraci)

14. Minhas tardes com Margueritte (Jean Becker)

15. ET (Steven Spilberg)

16. Drácula (Francis Ford Coppola)

17. Cães de Aluguel (Quentin Tarantino)

18. Quero ficar com Polly (John Hamburg)

19. Coração valente (Mel Gibson)

20. O iluminado (Stanley Kubrick)

21. Cidadão Kane (Orson Welles)

22. O show de Truman (Peter Weir)

23. Eu sei que vou te amar (Arnaldo Jabor)

24. Os piratas do Rock (Richard Curtis)

25. O exorcista (Willian Friedkin)

26. O pianista (Roman Polanski)

27. Meu pé esquerdo (Jim Sheridan)

28. O nome da rosa (Jean Jacques Annaud)

29. Buena Vista Social Club (Wim Wenders)

30. O discurso do rei (Tom Hooper)

31. O enigma de Kaspar Hauser (Werner Herzog)

32. Os intocáveis (Brian de Palma)

33. Os homens que não amavam as mulheres (David Fincher)

34. O exterminador do futuro (James Cameron)

35. Cadillac Records (Darnell Martin)

36. Eu os declaro marido e Larry (Dennis Dugam)

37. A noiva cadáver (Tim Burton)

38. Cidade dos anjos (Brad Silberling)

39. O planeta dos macacos (Matt Reeves)

40. O amor não tira férias (Nancy Meyers)

41. Uma prova de amor (Nick Cassavetes)

42. Cisne Negro (Darren Aronofsky)

43. O caso 49 (Christian Alvart)

44. Janela indiscreta (Alfred Hitchcock)

45. Bancando a ama seca (Frank Tashlin)

46. Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore)

47. Encontros e desencontros (Sofia Coppola)

Chorei nos de números 2, 6 e 13. Nos de números 26 e 41 eu desidratei. O de número 22 me causa uma sensação muito estranha de medo. Os de números 18 e 36 já sei de cor todas as falas e ainda assim, rio muito quando revejo. O de número 45 também é comédia, como o 18 e o 36, mas vale a pena comentar separadamente pela sempre impagável atuação de Jerry Lewis. O 14 é lindo, já recomendei pra muita gente, mas nunca encontrei alguém que o tenha assistido, a não ser, obviamente, quem assistiu comigo. O 24 é todo bom, mas mesmo que não fosse, tem uma cena no final que valeria a pena, por si só,  pelo filme todo, e já falei dela em outro post. O de número 11 me faz suspirar de paixão pelo Al Pacino; se bem que sempre suspiro de paixão por ele. E o 35... putz! O que dizer do 35? Melhor nem dizer nada... Ouça! (aqui também)

Todos os outros também são fantásticos e vale a pena ver e rever!

6 de novembro de 2014

Mais uma tecnologia a serviço do fim de relacionamentos


Eu me lembro de ter lido várias matérias a respeito da confusão que o "tique duplo" que aparece nas mensagens enviadas pelo WhatSapp causava, logo quando ele virou febre no Brasil. A maioria delas falava sobre brigas entre casais e o contexto era sempre o mesmo: um deles mandava mensagem, aparecia o tal tique duplo, que era entendido como mensagem lida, o outro não respondia, e a guerra estava instaurada.

Futilidades da internet, mas eu li... rsrsrs...

Não demorou nadinha e esclareceu-se que o tique duplo apenas indicava que o destinatário havia recebido, e não necessariamente lido, a mensagem.

Então a paz voltou a reinar entre os pombos (#sqn).

Pois bem! A partir de hoje, aquela pulga atrás da orelha, que estava de dieta, vai voltar a engordar. O Whatsap disponibilizou uma atualização que tornará o tique duplo, de mensagem recebida, em tique duplo azul, que significa mensagem lida. 

Sei lá... Quando eu acho que nada pior pode acontecer no sentido de invadirem nossa privacidade, lá vem mais uma porcaria dessas. Até que com o whatsap eu não tinha muita ressalva, já que ninguém me enchia o saco por conta disso. No meu celular, optei por não deixarem que saibam qual foi a última vez em que visualizei minhas mensagens. 

Então respondo SE e QUANDO quero.

As vezes eu não posso responder na hora.

As vezes eu não quero responder na hora.

As vezes eu posso, mas não quero.

As vezes eu quero, mas não posso.

E, no meio disso tudo, SEMPRE eu tenho que ter meu direito à pricavidade garantido, não só às vezes...

Agora, se eu quiser isso, tenho que deixar de usar o Whatsapp, e sinceramente é uma opção a se considerar. Já não uso Facebook, pouco uso o Twitter, deixar de usar Whatsapp é mole.

Mas a questão nem é essa. Na minha visão, a reflexão é sobre até quando vamos permitir que essa invasão continue, e achar graça nisso...

Pode parecer uma bobagem, mas não é!

A partir de agora, o texto não é mais meu. Só o reproduzi, como fonte de pesquisa, e pode ser encontrado aqui.

WhatsApp avisa visualização com tique duplo azul

Aqueles dois tiques que aparecem no fim das mensagens do WhatsApp significam que a outra pessoa leu a mensagem? Até hoje, não significavam, mas agora podem significar.

Uma atualização liberada pelo WhatsApp indica agora quando a pessoa que recebeu sua mensageu leu o que você escreveu. Isso é mostrado com os dois tradicionais tiques – que, agora, aparecem em azul no caso de mensagem visualizada. A mudança vale para todas as plataformas – iOS, Android, Windows Phone e todas as outras.

A novidade será distribuída em breve para todos os usuários, mas alguns já receberam e comentaram no Twitter.

Talvez já seja uma influência do Facebook sobre o WhatsApp – o Facebook Messenger há tempos avisa quando uma pessoa leu o que você enviou para ela. Se é algo bom ou não, depende de como cada usuário enxerga o mundo. Eu, particularmente, não gosto muito da ideia da outra pessoa já saber que eu li o que ela escreveu. Talvez eu não possa responder no momento, talvez eu simplesmente não queira. E o contrário também é válido – a outra pessoa pode ter lido, mas prefere esperar um pouco para responder. Mas eu sei que ela leu e começo a pensar em milhares de motivos ruins para o fato dela não ter respondido.

Resta saber se o recurso pode ser desativado ou não – mas, se não puder, é algo com que teremos que nos acostumar. Agora os tiques duplos podem, de fato, destruir relacionamentos.

5 de novembro de 2014

Mulherzice que interessa ao homem também: salgante sem sódio, existe?


Bom, sabe aquela desculpa de que "não é gordice, é retenção de líquido?". Já era colega! Escuta só: a Anvisa acaba de aprovar uma nova categoria de alimento funcional: o salgante. O produto promete ser o substituto do sal de cozinha, salgando as refeições, porém com 0% de sódio.

Existe?

Pois é, existe! A Matrix Health apresenta ao mercado brasileiro o primeiro salgante do país, um substituto do sal que não contém sódio. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de sal (cloreto de sódio) recomendado é de dois gramas por dia, podendo-se chegar ao máximo de cinco. Pesquisas mostram que, em geral, o brasileiro consome mais que o dobro do limite, chegando a ingerir 12 gramas de sal diariamente. 

O resultado não é difícil prever. Claro que o lance da retenção de líquido existe, mas foi citado como brincadeira. Preocupante mesmo são as estatísticas sobre o número de hipertensos que existem no país. Todo mundo tem é, tem um amigo ou um parente que é hipertenso, não tem? Calcula-se que mais de 44 milhões de brasileiros, cerca de 20% da população é hipertensa, necessitando praticar dietas hipossódicas. 

O problema é tão grave que em 2012 o Ministério da Saúde e a Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação) anunciaram mais uma etapa de um programa para redução de sódio em produtos processados no Brasil, estipulando a diminuição do uso de sal nos caldos, temperos, margarinas e cereais matinais. Nas etapas anteriores, foram definidas metas de redução de sódio em produtos como massas instantâneas, pães de forma, batatas fritas e biscoitos. A expectativa é que a quantidade de sódio no mercado reduza pelo menos 8,8 mil toneladas até 2020. 

Então, o salgante promete ser um aliado nessa caça ao Sódio. Depois de cinco anos de projeto, e algumas tentativas de trazer salgantes importados para o Brasil, a Matrix Health desenvolveu um salgante genuinamente brasileiro. 

O Bio Salgante, que está registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), promete ser uma opção mais saudável tanto para hipertensos quanto para normotensos, certamente mudando o nosso jeito de consumir alimentos salgados. Com um paladar agradável e extremamente próximo ao do sal, muitas vezes seu uso nem foi percebido em testes cegos. Sua única restrição em relação ao sal comum é que o salgante não deve ser submetido a temperaturas superiores a 180 graus ºC, devendo passar por um processo de cozimento mais brando. 

O Bio Salgante, inicialmente, será encontrado à venda apenas no site www.biosalgante.com.br.

4 de novembro de 2014

Francisco e Clara :: meu presente de ontem


Tenho muita simpatia por São Francisco de Assis, tanto pela sua causa quanto pela sua história. Não costumo incomodá-lo com minhas queixas ou meus pedidos, mas é por ele o meu gosto por imagens sacras. 

Na minha sacada tem, no meu quarto tem, na minha sala tem, na mesa onde eu trabalho também tem...

Tenho livros, ainda outras imagens que estão guardadas, paninhos, quadrinhos e uma porção de coisinhas legais que remetem ao santo.

Ontem, ganhei uma publicação linda de viver! A obra conta a história de vida de São Francisco, nascido João, e de Santa Clara. Impresso em papel de excelente qualidade, com ilustrações de muito bom gosto.

As figuras onde a auréola de São Francisco aparece em dourado, dá até vontade de fazer um quadro...

Amei!

Olha que coisa mais linda...








O dia cinza mais esperado dos meus 40 anos !



Em São Paulo não chove há tanto tempo que quando acontece, vira um evento. O povo sai na rua, bate palma, até chora...

Não via um céu cinza por mais de duas horas assim, como está hoje, há quase um ano.

Hoje São Paulo fez as pazes com São Pedro!!!

3 de novembro de 2014

Roxo e amarelo, a pedido da noiva

A decoração da mesa do chá de cozinha desse fim de semana foi feita nas cores roxa e amarela, a pedido da noiva Soraia. Não é muito fácil imaginar, a princípio, essa combinação. 

Mas depois de pronto, não é que fica bom?

Minha irmã Vanessa pôs mãos à obra, eu ajudei um tico e minha mãe, como sempre, fez o bolo.

Olha o resultado!

(clique nas imagens para ampliar)