7 de julho de 2014

O tempo não para...

Sempre foi assim: enquanto todas as minhas amigas ganhavam os discos do "New kids on the block", meu pai meu deu, quando fiz 15 anos, "All the best", álbum duplo do Paul McCartney.

Bem antes disso, a memória de repertório musical que tenho também foi construída pelo meu pai. Ele ouvia The Platters, Abba, Beatles, um trio mexicano chamado Los Pregoneros, Sérgio Reis e Chico Buarque. Também ouvia, insistentemente, Ronda, na voz da Bethânia, e uma musiquinha que eu achava bem engraçada e que anos depois eu descobri ser dos "Originais do Samba". 

Eu era meninota e nem dava bola pra nada do que ele ouvia, mas é inegável que conviver com o gosto dele, desde bebê, influenciou o meu. Um dia, ele chegou em casa com uma fita k7 do Cazuza. Ficou pela casa por alguns anos e acho que nos desfizemos dela sem sequer ter sido tocada porque logo em seguida, vieram os CD´s. E foi quando eles chegaram que eu conheci, de mais perto, a obra do Cazuza - genial, polêmica, inspiradora e apaixonante... 

Bem que dizem que há pessoas imortais. E há mesmo! Porque, mesmo depois de 24 anos completados hoje, de sua morte, o cara continua presente e genial, polêmico, inspirador e apaixonante!!!

Existe coisa mais linda que "Todo amor que houver nesta vida"?  :)

2 comentários:

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