31 de agosto de 2012

25 de Março vazia?

Nem no meu melhor sonho eu imaginei a Rua 25 de Março vazia. Acho que nem no dia de finados ela fica assim. Mas, para meu espanto, olha só como estava essa manhã:


E a ladeira Porto Geral também não estava muito diferente... Vazia, vazia...




Para  se ter ideia, cerca de 1 milhão de pessoas circulam na "25" por dia. Tá vai... eram 8h da manhã, mas mesmo assim, é de se estranhar - e de se comemorar!!! Deu até para ver as lojas com calma, sem levar cotoveladas no baço!



Em dias normais, olha só...  


E mesmo assim, adoro esse lugar. Acho que se eu fosse todos os dias, todos os dias acharia coisas que me interessam comprar... 


Tem de tudo, e acho que isso explica ser a rua mais movimentada do comércio na América Latina.


Nunca fui à "25" e voltei com as mãos vazias. Pra falar a verdade, acho que hoje foi uma das vezes em que comprei menos coisas por lá... Ôôôô lugarzinho que enlouquece qualquer mulher!!! 


                    Minhas poucas aquisições...




... mas que valeram a pena. Andei a 25 inteira atrás do pingente de gaiolinha. Eis...

Buquê de jornal

Sou entusiasta da ideia de ter objetos ou presentear pessoas com objetos que remetam à minha profissão (Jornalista). Certa vez, para presentear amigos que comemoravam bodas de prata, fiz uma capa de jornal com notícias sobre o casal, desde a data do casamento até a história do seu dia-a-dia, com depoimentos das filhas e tudo! Em moldura prata, a capa do jornal virou um quadro bem legal. Pena não ter foto, isso tem algum tempo já...



A imagem postada ao lado cabe nesta ideia. Adorei o buquê mas não posso mais usá-lo... rsrsrs... já me casei...


De qualquer forma, quem sabe não me animo a fazer um arranjo para minha casa? Como ela ainda não está pronta, e portanto também não está decorada, só saberei se essas flores combinariam em outro momento. 


Fica, então, a ideia. Vou guardá-la!


30 de agosto de 2012

Árvore genealógica





Que ideia mais bonita!... Queria uma dessas na minha casa. Duro é achar fotos desse povo todo. Acho que conseguiria chegar somente até os avós.

 :(


Mas se eu conseguisse, faria! De diferente, apenas colocaria molduras bem fininhas nas fotos, branquinhas, pra ficar melhor acabado.



29 de agosto de 2012

O atual e o antigo juntinhos, harmônicos

Tenho visto diversas imagens de ambientes decorados com objetos, em sua maioria, atuais, mas com um ou outro detalhe que remete à infância dos donos da casa. Algo que tenha feito parte da história da família.

Já vi com algum brinquedo inserido em estantes de livros, já vi com despertador herdado da avó, enfim, tem várias possibilidades. Gostei muito disso e senti pena por não ter na casa dos meus pais antigo o suficiente para compor essa ideia. Quando a minha avó materna faleceu, ela morava conosco, e então também não há nada da casa dela que eu poderia guardar. 

Já na casa da minha avó paterna, nossa!!!, nessa sim, existem coisas que me interessam, desde os móveis, lençóis, porcelanas... Tem tanta coisa legal lá que eu adoraria passar dias escolhendo objetos para mim. Mas infelizmente, também não posso garimpar lá, porque minha tia mora na casa, e as coisas, agora, pertencem a ela.

Bom, restou a opção de me conformar e desistir de ter uma peça dessa na decoração da minha casa nova. A princípio me contentei em restaurar a roupa de um Topo Gigio, o ratinho simpático e famoso dos anos 80 que estava nu e me foi confiado para que eu resolvesse essa situação. A roupa foi feita e pode ser vista na foto de um post publicado no mês de julho intitulado "Deu Saudade". Espero que o ratinho, agora devidamente vestido, esteja fazendo parte da decoração do quarto de seu dono.

Mas ainda assim, nada de peças que tenham feito parte da minha infância. Até que ontem eu fui procurar fotos de quando eu era criança para ilustrar o texto do meu aniversário, recém-postado (chama-se 38!) e BINGO!!!! achei a máquina fotográfica do meu pai, de 1972. Lembro-me de tê-la levado à uma viagem que fiz pelo Nordeste, e do meu pai me orientando, no aeroporto, sobre como usar a câmera para que as fotos ficassem bem tanto de dia, quanto de noite; tanto de perto, quanto de longe. 


Trata-se de uma Olympus Trip 35 que deve  pesar  quase 1,5kg,  e  que   vai  ficar  linda em algum dos meus cantos.

Agora só preciso convencer meu pai a me dá-la de presente. Tenho certeza de que antes ele vai querer se certificar de que a máquina não funciona mais, e se não funcionar, se não tem conserto. Mas vou pedir com jeitinho e sei que vai acabar sendo minha...

Adorei! :)

 

28 de agosto de 2012

Em 2004...




Minha irmã Fernanda se casou em 2004, e eu fiz as lembrancinhas do evento. Achei uma ontem, numa caixinha, e resolvi postar a foto para lembrar que as "mãos da pati" já são arteiras há muitos anos. 

Aliás, fiz as lembrancinhas do meu casamento também, há 14 anos, mas, junto com ele, ela se perdeu... Não guardei nenhuma, mas não foi de propósito... Simplesmente não guardei!

38!

Nasci na década de 70, quando se pregava o amor livre, há exatos 38 anos. 


Não existia celular e nem internet. Não existia e-mail, nem SMS. Graças a Deus, também não existia Facebook (e se Deus quiser, logo logo essa praga deixa de existir). Pouca gente tinha telefone, e para se obter uma linha, as pessoas tinham que se inscrever nos antigos "planos de expansão" da Telesp (pelo menos em São Paulo, era assim), e aguardar, as vezes, por anos!

Consequentemente, todo mundo se tocava mais. Invés de e-mail, as pessoas se procuravam pra valer ou, no mínimo, escreviam cartas, o que já é mais pessoal que a mensagem eletrônica. Bilhetinhos eram os donos do pedaço, no lugar do SMS - Maior brasa, mora?!

E nada era muito abreviado também. Hoje, tudo é! Abç, bj e tantas outras letrinhas compõem as relações, cada vez mais mornas.

Ah, e nos dias de aniversários, ninguém externava seus votos de felicitações pelo Facebook (essa porcaria de novo... eita senso comum!!!...).

Não quero isso comigo! Hoje, quem se lembrar, estiver por perto e sentir vontade, me cutuque, curta, compartilhe, abrace, beije, faça miséria... mas tudo de verdade!!! Quero a porção toda do que eu mereço!

Beijos - com todas as letras!

27 de agosto de 2012

Amanhã...




Faltam 47 minutos! :(




"Eu já estou com o pé nessa estrada, qualquer dia a gente se vê.
Sei que nada será como antes, amanhã!!..."

Mentira tem perna curta

Mentira tem pernas curtas, mas as vezes podem ser bem rápidas...


Comprei uma luminária quase igual a esta, há algum tempo. Ela é de cerâmica, e não sei se dá pra ter definição pela foto, mas sua cor é marfim. A minha também era, tinha o mesmo formato cilíndrico mas os ramos de flores eram bem miudinhos. Pintei a minha de branco e colei pérolas nos miolos das flores. Ficou linda.

Mas, de repente... minha luminária, tão graciosa, sumiu do meu quarto. Minha mãe disse que tinha guardado para preservá-la, para minha casa nova. Achei justo.

Tempos depois minha mãe apareceu com esta da foto, e perguntou se eu gostava. Disse que tinha comprado pro quarto dela. Eu gostei, e então ela me contou que era minha, porque a outra, das flores pequenininhas, ela tinha quebrado. 



Tratou de comprar outra rapidinho, o que, sinceramente, não era necessário, afinal, acidentes acontecem...





Mas já que comprou, aceitei de bom grado! hehehe...


É linda, tanto quanto era a que quebrou!






Sapato velho + tinta = sapato novo

Sempre usei esses sapatos sem meias, porque não gosto de meias de seda cor da pele, e nunca tinha percebido que o fundo dele era bege.


Calcei com meias pretas e saí. Só quando cheguei ao local, vi que o fundo bege comprometia - e muito - todo o visual. Já era tarde... Não tinha como voltar pra trocar, e fiquei com o sapato deixando o bege aparecendo, feio de doer...




Cheguei em casa disposta a resolver isso porque gosto muito do sapato. Apesar de já estar meio gastinho, ele é muito confortável, e quero continuar usando, com ou sem as meias. 

Por isso, pintei toda a sua parte interna de preto, e agora o visual fica harmônico, sem a tarja bege aparecendo...

Pintei por fora também, e aproveitei para aplicar pedrinhas de strass, que disfarçam alguns desgastes já sofridos no couro.








Ficou novinho, e acho que aguentam por mais um tempo. Fucei nas minhas caixinhas e achei dois pingentinhos que não uso faz tempo. Viraram adornos nos "sapatos novos"!

 


26 de agosto de 2012

Maria Alcina canta Gonzagão

A cantora mineira Maria Alcina estremeceu o Maracanãzinho com a música Fio Maravilha, do então Jorge Ben, no Festival Internacional da Canção, em 1972. Com a carreira pautada em buscas e desafios, se destacou por sua irreverência e alegria. 

 

Em 2009, ganhou o Prêmio da Música Brasileira por seu disco Confete e Serpentina, nas categorias de Melhor Cantora, Melhor Disco e Melhor Produção. Desde janeiro desse ano está viajando o Brasil fazendo um tributo ao centenário do nascimento de Luiz Gonzaga, e foi a este show que eu assisti na noite de sábado.



24 de agosto de 2012

Pendurando com fitas

Essas molduras de resina, apesar de já serem brancas, receberam uma mão de tinta e outra de verniz, para ficar branquíssima (esteva um branco meio pro bege, já...). Os espelhos são bem pequenos, do tamanho da palma da minha mão, e serão pendurados, na minha casa nova, ao lado da minha cama. 

                                   

 Achei delicado pendurá-los com fita. Vou pensar no assunto...



A mesma caixa, opções diferentes de presente

Alguns posts anteriores à esse postei uma caixinha feita pela amiga Erika, como opção de lembrança de batizado ou aniversário de 15 anos.

  

            Ah! Essa é a Erika...





Mas as possibilidades são muitas. Como presente para padrinhos de casamento, por exemplo, substituímos o conteúdo da caixinha e olha só que ideias legais! Vale dizer que, não dá pra ver na foto, mas o chocolate está embalado em plástico tipo filme para garantir sua conservação e higiene.



 

... outras opções.


Bom comercial 1 - Cerveja Antarctica

Eu adoro comerciais de TV. Penso que elaborá-los não é para qualquer um: é preciso muita criatividade para se produzir uma boa propaganda. E, mesmo que ele não atinja o objetivo final, que é o de provocar a vontade de comprar no consumidor, ainda assim alguns valem a pena pelo teor criativo, ou pela boa ideia.

É o caso do comercial da cerveja Antártica Sub Zero. Não é minha cerveja favorita, aliás, está bem longe disso, então não vou comprá-la ou consumi-la só porque adorei o comercial. Mas a propaganda vale a pena!

Segue o link do vídeo Antártica Sub Zero.






23 de agosto de 2012

Gosto de liberdade

Depois de meses de restrição alcoólica, bebi um tiquinho ontem. Veio o primeiro chopp, o segundo, o terceiro... bom, melhor parar a contagem, já que isso não vem ao caso. O que de fato importou, na ocasião, foi o gosto de liberdade que o chopp teve. Isso porque, quando se pode beber, se bebe, e pronto. Simples assim! Toma-se quando quer e o quanto quer. 

Nunca fui de beber muito, mas parece que quando é proibido, aí é que a vontade fica latente. Ontem foi assim: eu PUDE beber, e então o chopp teve gosto de liberdade. Estava liberta da restrição. Pena que é temporário... Já, já tenho que acatar à restrição novamente.


A ideia mais legal do mundo!

Bom, talvez o título seja um tantinho exagerado, mas vou explicar! Fui ao casamento do meu amigo Ricardo e da Marina (que de tão linda, parecia uma Barbie!), e a cerimônia foi impecável, tanto pelo local onde foi realizada, pelo padre - que é um show à parte, e pelo animado almoço que foi servido. Mas, muito legal mesmo, foi a lembrança que foi ofertada aos convidados.

Em dado momento do almoço, uma equipe de cartoonistas, vestidos de médicos, invadiram a festa e, de mesa em mesa, fizeram a caricatura de cada convidado.

Adorei a minha. Olha no que deu!!






A equipe é da Officina do Riso.
Aí vai o contato: 11 5641-4211
www.officinadoriso.com.br.

Fica a dica!





                 Achei que merecia uma moldura!




Trabalho de escola

Larissa, uma mocinha que trabalha comigo, precisa entregar um trabalho de escola chamado "livro objeto". Ela recorreu a mim, e me mostrou imagens da internet porque eu não sabia do que se tratava. Longe de se parecer com as imagens vistas (tem livros objetos com esculturas tão minuciosas e delicadas que dá até vontade de saber, de fato, fazer. Tem esculturas iluminadas, inclusive), o que consegui fazer foi o seguinte...


Acho que cumpre o objetivo, e espero que ela tenha boa nota... (ela também espera!!!)