31 de dezembro de 2012

Nada de promessas


Em dezembro de 2010 publiquei um texto em uma revista da minha cidade, acerca das promessas de ano novo. Intitulado "Feliz Dia Novo" (página 34), ele dizia, em certa altura, que a receita para dias bons é a permissão que nos damos para a felicidade acontecer. 

Aprendi, com o passar dos anos, a ser menos dura com as minhas palavras, a ser mais tolerante, mais paciente, mais dedicada e mais amiga. Aprendi que devemos proteger as pessoas, quando possível. Aprendi a não deixar uma briga se prolongar de um dia para o outro, apesar de isso não depender só de mim.

Aprendi que o amor não supera tudo, e que ao mesmo tempo, está acima de tudo. Ele não supera, por exemplo, o orgulho, e por isso muitas vezes sofremos. Aprendi, com  isso, a relevar algumas situações que envolvem os que eu amo, porque sei que é melhor ser feliz do que ter razão.

Aprendi ainda que no amor, o objetivo do projeto não é ser feliz, e sim fazer o outro feliz, e essa lição demorou mais tempo para eu entender que as demais que tive na vida, até hoje.

Com tudo isso, sinceramente acho que me tornei uma pessoa melhor. Por outro lado, vivo escutando que todo mundo faz o que quer comigo. De certa forma isso é verdade. Ouço muita coisa calada, perdoo fácil e aposto muito na conversa, mesmo sabendo que nem sempre conversar é possível. 

Quase nunca resolvo uma situação com algo do tipo "pense o que quiser"! e viro as costas. Ao contrário, procuro cercar os que me rodeiam de segurança. Se me envolvo em um mal entendido, tento me explicar. Se magoo alguém, tento me desculpar. Se recebo uma crítica, tento me avaliar e se acho que ela procede, tento melhorar.

Parece submissão? mmm... pode ser que pareça mesmo. Mas eu não estou nem aí. Ao reler o texto publicado em 2010 vi que muita coisa que está escrita lá, eu escreveria novamente hoje, igualzinho. Constatei que continuo apostando nas mesmas ideias e fiquei feliz. De lá para cá passei pelo episódio mais difícil da minha vida e por causa disso a minha alegria ficou um pouco comprometida nesse período. E apesar de me sentir diferente hoje do que eu era quando escrevi aquele texto, pude constatar que ninguém muda, na sua essência. Isso não tem ligação com o fato de desenvolver a capacidade de mudar de ideia, ou de reconhecer erros e voltar atrás. Mudar é saudável e até necessário para que possamos evoluir, mas esse tipo de mudança é assunto para outro post.

Para 2013, não vou fazer promessas, mas vou fazer pedidos: que Deus perdoe os meus erros e abençoe a mim e aos que eu amo, que a vida continue a me ensinar coisas boas, e que eu saiba diferenciá-las das ruins e por fim, que eu consiga exercitar tudo o que eu aprendi de bom, desde 1974!

:)

Feliz Ano Novo!

Vaidade

E só tem 4 anos...







Ela sabe os nomes dos esmaltes e dos batons. Tem chinelinhos com brilho, uma caixa cheia de acessórios de cabelo, e acreditem: brinca que suas Barbies são modelos e desfilam para a Victória Secret´s.

E a tia fica babando... rsrsrsrs...

29 de dezembro de 2012

Coisa de mulherzinha - Agarrando o amor com as unhas

Não sou de postar o esmalte da semana, mesmo porque não costumo usar cores ousadas nas unhas, apesar de achar alguns tons bem interessantes (hoje, por exemplo, testei um verde água, mas desisti...).

Mas hoje resolvi postar a foto da minha unha por causa dos coraçõezinhos. Não vou pular 7 ondas, mas vou entrar em 2013 com o pé direito e com o amor estampado nas mãos!

Acho que só faltou um brilhinho!... rsrsrsrs...

10 mil !

O número de visitantes que já passaram por este blog fica exposto do lado esquerdo da tela, para todo mundo ver. Não acontece o mesmo com as estatísticas, que infelizmente, só eu posso acessar. Quando dou uma espiada lá, vejo que recebo, em média, 100 visitas por dia (as vezes bem mais).

Vejo também que tenho leitores assíduos em Portugal e nos Estados Unidos, e outros, nem tão assíduos, na Alemanha, Japão e França. Lá nas estatísticas consta até que 395 internautas russos já acessaram o "mãos da pati"!!!

:) Adorei!!

E hoje, quando entrei no blog, vi que o número de visitas ultrapassou os 10 mil. Obrigada a todos que entram aqui e espiam. Obrigada aos que além de espiar, deixam um recadinho (só recebo comentários carinhosos). E muito, muito obrigada aos que seguem e até indicam. 

Sem todos vocês esse espacinho virtual não faria sentido algum.

Beijos!!!!

28 de dezembro de 2012

Use 75 minutos para fazer o bem

Que tal uma campanha pelo "não curtir" o Facebook? - rsrsrsrs...

O Facebook é o maior instrumento de promoção de fofoca que eu conheço. Por isso não tenho um perfil na rede. Mesmo assim, essa ferramenta já me causou aborrecimentos em três ocasiões. Em duas delas me abriu feridas que doem até hoje.

Mas pior do que a fofoca ventilada no Facebook, é o usuário que se permite fofocar. Pior ainda é o usuário que brada aos ventos o incômodo em ter sua vida fuçada, e mesmo assim fica por lá, alimentando a coisa. Tenha sua página, mas assuma os riscos e, principalmente, as culpas pelo que circula. 

De acordo com um estudo publicado sob o título "Sweden's Largest Facebook Study", 85% dos entrevistados disseram que usar o Facebook faz parte de sua rotina. Quase metade dos participantes indicaram que têm dificuldade de estar a par da maioria das coisas sem o Facebook, e um quarto declarou que não se sentem bem se não podem acessar o site regularmente. "Usar o Facebook pode se tornar um hábito inconsciente. A maioria dos usuários acessa o portal quando abre um navegador. Isso pode até mesmo evoluir para um vício", alertou Leif Denti, estudante de doutorado em Psicologia na Universidade.

Pesquisadores da Universidade Western Illinois (EUA) descobriram uma relação entre o número de amigos na rede social e o quão "narcisista socialmente disruptivo” é o internauta. 

O pesquisador Christopher Carpenter, autor do estudo, afirma que “em geral, esse ‘lado negro’ do Facebook requer mais pesquisa para entender melhor os benefícios sociais e os aspectos prejudiciais do site para reforçar o primeiro e reduzir o segundo”.

“O Facebook é um lugar onde as pessoas vão para reparar um ego danificado e procurar apoio social, então é de vital importância descobrir a comunicação potencialmente negativa que se pode encontrar na rede e os tipos de pessoas que provavelmente vão se relacionar com elas”, completou o autor do estudo.

Ainda de acordo com pesquisas, em média as pessoas passam 75 minutos do seu dia no site. Isso, levando em consideração só o tempo em que navegam. Imagina se contar o tempo que gastam com as fofocas!... Já não perdemos tempo demais com o trânsito, com a fila do banco, do mercado, do restaurante?...

Ahhh, se cada usuário do Facebook usasse metade desse tempo para fazer o bem. Melhor ainda seria se não usasse para fazer o mal.

De qualquer forma, vale um lembrete aos que utilizam a ferramenta: quem sai na chuva, é pra se molhar!

Tem gente que reclama do bombardeio, mas fornece a munição...

27 de dezembro de 2012

Funcionária do ano

O ano de 2012 se esmerou em levar para outro lugar, pessoas especiais. Não me lembro de outro ano com tantas partidas significativas como em 2012. Dona Morte montou um time de primeira. É sem dúvida a funcionária do ano.

Chico Anysio e Millôr Fernandes nos deixaram. O sambista Dicró e o cantor Tinoco, também. Nelson Jacobina, Magro, Hebe Camargo, Regina Dourado, Joelmir Beting, Décio Pignatari e Oscar Niemeyer se foram. 

E nossa última perda foi a dona Canô - quem nunca rezou, né Bethânia?...

O mundo não acabou em 2012, mas certamente ficou menos brilhante... :(

Basta de melindrices

"Tempo, tempo, tempo, tempo, vou lhe fazer um pedido"


No meu último post fiz um pedido pro Papai Noel, esperando que ele me concedesse um milagre de Natal. De certa forma, com algumas adaptações, tive o meu milagre - parcial.

Mas eu não quero só o "parcial".

E já que o tempo tem solução pra tudo, é pra ele que deixo o meu apelo: seja o que for que tenha para mim, que seja breve... que tenha pressa... que renove o velho ou que me traga o novo... e que cure as dores mais severas, da maneira que lhe convir...

24 de dezembro de 2012

À espera do milagre de Natal

Quando eu era pequenininha, escrevia cartinhas pro Papai Noel. Lembro-me de ter esperado pela Barbie, por um piano, por um tênis Nike, e pela boneca que trocava a cor do cabelo. Houve outras cartinhas, e outros pedidos, mas não me recordo de todos, obviamente.

Hoje, de novo, escrevo aqui a minha cartinha pro Bom Velhinho, esperando que ele realize o meu milagre de Natal. Queria, hoje, abraçar a TODOS os que eu quero bem, que eu amo, e por quem tenho carinho. Queria que o espírito de justiça tocasse um coração, em especial, e lhe mostrasse algumas coisas, abrandando a sua raiva, e queria, por fim, que toda essa tristeza que eu estou sentido agora, fosse embora.

Talvez sejam muitos pedidos, e isso leve algum tempo para acontecer. Sendo assim, se esse milagre de Natal não for possível hoje, peço pelo menos que Deus me dê uma noite tranquila, sem mais nenhuma  lágrima sequer.

De qualquer forma vou olhar a minha meia a todo instante... Quem sabe Papai Noel não me conceda esse pedido... :) 

21 de dezembro de 2012

Vamos aos finalmentes...

Hoje é sexta-feira, chove, o trânsito em SP não está bolinho, e suspeito que à noitinha, estará pior. 

Vou cobrir uma pauta que está marcada para começar às 17h, e que provavelmente começará, de fato, às 20h.

O céu está cinza-chumbo e vai desabar bem na hora em que eu estiver na rua, à trabalho.

Diante disso, se o mundo for mesmo acabar hoje, poderia ser daqui a uns 20 minutos!...

Me pouparia esforços e dá tempo até de eu fazer um xixi antes.


20 de dezembro de 2012

Dois pesos, duas medidas

O caderno Cotidiano da Folha de São Paulo, edição de hoje, página C8, trouxe a matéria "Depois de lagartixa, ratão sobe a ladeira em Perdizes", sobre a pintura do desenho de um rato de 10 metros no chão de uma via pública em um bairro paulistano.

A "obra" é do muralista argentino Tec, radicado em SP há um ano.

Quem sou eu para discutir o conceito de arte, mas será que vale tudo?

Se o autor fosse um corinthiano, a pintura seria vandalismo...

Coisas de gente descolada. Vai entender...

19 de dezembro de 2012

Venceu sozinho, mas ao lado de muita gente!

Meu filho acaba de completar o ensino fundamental. Geralmente em cerimônias de colação de grau, a família se emociona, dá uma chorada, abraça, beija, e a vida segue... Na dele, não foi diferente, mas intimamente muita coisa passa pela nossa cabeça.


O Vitor cresceu rodeado de gente que o ama. Eu, avô e avó e as duas tias, que depois agregou um tio, uma prima, e que vem logo, logo agregando mais um tio. Isso só em casa! Se fosse elencar todo mundo, não caberia num único post.

 

Apesar de toda essa galera em volta, a escola sempre foi responsabilidade dele, quase que exclusivamente. Os mais novos da casa sempre estiveram fora, por causa do trabalho e os avós, que ficavam com ele durante o dia, não podiam ajudar muito, porque as coisas mudam demais e o que eles aprenderam não é mais o que se ensina na escola. 

Uma vez ou outra ele pedia socorro, mas a verdade é que ele venceu essa batalha sozinho. Mesmo assim, ontem, lá na formatura, tenho certeza de que cada um de nós pensou, de alguma forma, na vida dele nesses 14 anos. E mesmo sabendo que o mérito é todo dele, acho que nós também podemos nos sentir vitoriosos, porque todo mundo contribuiu com muito amor (e eu, com muito dinheiro também... hehehe).

Devo dizer que, apesar de o momento ser de alegria, a formatura não foi fácil... ufff... Segurei o choro que, mesmo assim, escapou em alguns momentos... :)

À família, meu obrigado pela ajuda de sempre.

Ao filhote, meus parabéns, com os votos de que Deus continue abençoando essa cabecinha tão inteligente!


17 de dezembro de 2012

Êeeeee sôdade!!!

Na arrumação do meu guarda-roupa, achei uma foto da república onde morei em Rio Claro, em 1994. Na verdade, morei em 2 repúblicas lá: no primeiro ano da faculdade morava em uma casa que, quando cheguei, já estava montada e então só precisei mobiliar o quarto que dividia com uma amiga. Lembro-me que dormimos por muitos meses no chão, e que fizemos a nossa própria mesa, de madeira. 

Também tínhamos um armário de caixotes de tomate, e uma sapateira de caixas de papelão. 

Para a mesa, compramos a madeira numa madeireira e fomos buscar a pé, do outro lado da cidade. O vendedor fez a gentileza de cortar mas, mesmo assim, nós sofremos. Pesava pra burro e depois de a mesa toda pregadinha, achamos que estava à contento.

O único problema é que a madeira estava verde e, além de empenar tudo, fedia pra caramba...

Mas isso não vem ao caso. O post é por causa da nossa geladeira. Quando mudamos para uma outra casa, não tínhamos absolutamente nada (só a mesa fedida). Então, nossos pais entraram em ação e cada um doou o que tinha sobrando. 

Levei o sofá. A mãe de uma amiga doou o fogão e a mesa de cozinha, cujas cadeiras estavam tão puídas que espetavam nossas bundas o tempo todo. O guarda-roupas e os armários de cozinha já estavam na casa, porque eram embutidos. Um pouco antes de nos mudarmos havíamos comprados camas novas, mas tão vagabundas, que fazia barulho a noite inteirinha. 

Ainda tínhamos uma estante feita de blocos de concreto e pranchas de madeira compensada, uma TV com antena de bombril e uma escrivaninha que meu amigo havia deixado na casa, porque morou lá antes de nós.

Bom, faltava a geladeira. Um dia, no intervalo das aulas (estudávamos em tempo integral e nosso intervalo era das 12 às 14h) minha amiga chegou empolgadíssima. Disse que havia achado a geladeira em loja de móveis usados, que ela não estava muito bonita, mas que cabia no nosso bolso - de estudante. Então me arrastou para a loja, porque já estava passando do tempo de termos o utensílio.

Cheguei na loja e passei direto pela fulana. Nem cogitei a possibilidade de a geladeira em questão ser aquela caixa enferrujada. Mas era!!!

Depois de muita luta, fui convencida a levar o trambolho. Acreditem: a geladeira foi levada por nós em um carrinho de mão. Em casa, foi lixada, lixada, lixada... lixada, lixada... vai... põe lixada nisso, e ganhou uma mão de tinta.

Querem saber? Ela gelava à beça. Muito mesmo. Era potente!!! E hoje, pensando nela, acho até que era linda. Não sei que fim levou nossa Brastemp Imperador, porque quando saí da república as meninas ainda ficaram por lá, mas bem que eu queria aquela geladeira pra mim, hoje...


Muita história...

Muita saudade...

:)

E eu aqui, na maior insônia!


Promovendo mudanças

Das últimas vezes em que arrumei os meus armários, não tirei quase nada. Mesmo o que eu não usei no inverno passado, mantive... Mesmo o que não usei no verão passado, mantive também... E mantive os calçados... 

E por causa disso, já há algum tempo meu armário precisava de uma boa limpeza, porque precisava dar espaço às novas peças que foram chegando. A bem da verdade, de tão cheio já nem comportava novas peças, então elas foram chegando e se alojando em cantos do quarto. Algumas eu nem usei ainda, porque ficaram nas sacolas, esperando um lugar na gaveta.

Hoje eu arrumei meu armário!

E tirei muita, muita coisa...

Dizem que as grandes mudanças nas nossas vidas começam internamente. A gente primeiro muda o cabelo, depois o armário, depois o quarto... e as mudanças vão ganhando forma.

Sem percebermos, nos livramos fisicamente de coisas que não nos tem mais utilidade, mas que guardamos por apego, ou insegurança. E, enquanto nos desfazemos de objetos paupáveis, outras coisas que não se pode ver, ou tocar, também estão se movimentando para serem descartadas. 

Sentimentos, mágoas, migalhas, maus-tratos, dores, cicatrizes, feridas... Tudo isso precisa sair para dar lugar às boas emoções. Nem precisam, necessariamente, serem novas, desde que as velhas se renovem. Mas, se elas não se renovam, tem de sair das gavetas e dar espaço ao que quer chegar. Quem pode nos dizer o que vamos encontrar logo ali, ao dobrar a esquina? As perspectivas mudam a todo o instante.

Enquanto fazia o trabalho, chorei bastante, fiquei manhosa, pensativa, saudosa e até bem triste. Movimentar coisas as vezes dói. Mas nada dói para sempre!

Mudei o cabelo no sábado. Arrumei o armário no domingo. O que será que vem na segunda-feira?

Apesar de mudado, ainda tenho o mesmo cabelo...

Apesar de arrumado, ainda tenho o mesmo armário...

Na segunda, queria ter o que supostamente tenho hoje, quem dera, melhorado!

E se não for assim, arrumamos tudo de novo...

:(

11 de dezembro de 2012

Sucrilhos do mal

Conversa vai, conversa vem, e a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de Jornalismo continuou. Isso já tem um tempinho e, apesar da vitória da classe, não penso que seja uma conquista porque a meu ver a questão é ponto pacífico e nem deveria ter sido submetida à discussão.

Da mesma forma, em alguns casos o peão poderia rasgar seu diploma e optar por outras ciências... quem sabe encontra aptidão!


Nem vale a pena argumentar... 

10 de dezembro de 2012

Mudança fantástica

Precisa comentar?

Pena que não é meu... :(

O amor é voluntário

ESCOLHA abrir as portas, não espere que elas se abram sozinhas. Abrir portas demanda força, mas vela a pena. Nada se constrói na inércia.

                        - o - o - o - o - o -

Estava lendo um texto que trazia uma visão mais biológica e menos romântica da história de Romeu e Julieta que, há 5 séculos, inspira os casais apaixonados.

O texto dizia que eles deram cabo de suas vidas antes que o tempo desse cabo da paixão. Isso me fez pensar nas nossas escolhas...

Cientificamente comprovado, a paixão tem prazo de validade determinado. Dura, em média, 18 meses para os homens e 36 meses para as mulheres. Nesse período, quando a euforia é grande, costumamos não enxergar os defeitos do par, ou tendemos a achar que alguns hábitos ou comportamentos não são tão graves assim. Penso que essa é a primeira fase do relacionamento.

Na segunda fase começamos a enxergar com olhos críticos o que antes parecia só um probleminha sem importância. É nesse estágio que tentamos mudar nosso par. Claro que a tentativa é frustrada porque ninguém muda ninguém. A meu ver, essa fase é curta, turbulenta e decisiva. É nela que as relações afundam ou se consolidam, sem meio-termo.

Isso porque é nesse estágio que ESCOLHEMOS amar. Não a quem amar, mas amar, como verbo mesmo... como ação. AMAR É UMA ESCOLHA. É hora de a gente olhar para o outro e ver que, apesar de todos os defeitos, você escolhe amá-lo. Essa escolha demanda a maturidade e experiência de saber que, se escolher viver outra paixão, porque essa já se esgotou, daqui a 2 ou 3 anos passará por isso novamente, até que entenda que a vida é assim mesmo, e que a paixão é cíclica e o amor não. O amor se constrói com o tempo. E então, já que isso vai se repetir sempre, porque não tentar com quem já se tem uma história? 

Teoricamente é fácil...

Mas não é... nunca é... 

E fica mais difícil ainda quando passamos a vida toda confundindo amor e paixão. A gente acha que é a mesma coisa e que, quando a paixão acaba, tudo se acaba junto, e aí não escolhemos amar. A chance vai embora sem que a gente nem se dê conta. Tem gente que passa a vida toda sem escolher amar. É como aprender a dançar, a andar de bicicleta ou a tricotar. Não é involuntário: é preciso querer! O verdadeiro exercício do amor não deve cansar o coração.

O meu está surrado, e até calejadinho... mas CANSADO AINDA NÃO está não!!!... :)

7 de dezembro de 2012

Dias estranhos, comportamento desalinhado

Dizem que nesta semana eu não estou fácil. Não sei, mas pode ser que não esteja mesmo. Talvez esteja um pouco menos paciente do que sou, e um pouco intolerante também. Todo mundo fecha, as vezes, pra balanço, não fecha?


Geralmente não sou assim.. Me considero uma pessoa de fácil trato e bem pouco briguenta. Não sei avaliar com clareza se estou de fato com o comportamento alterado, mas sei que poderia computar, se fosse o caso, alguns pontos para a TPM, outros para a proximidade do Natal, que sempre mexe muito comigo... Claro que não justifica porque ninguém tem culpa disso, mas...

De qualquer maneira me peguei cantarolando várias vezes esse verso, essa semana:

"Agora vou mudar minha conduta 
Eu vou pra luta, 
Pois eu quero me arrumar 
Vou tratar você com força bruta, 
Pra poder me reabilitar 
Pois esta vida não está sopa..."

Força bruta? Será?...

Bom... vou me policiar... e, aos alvos das minhas rabujices dessa semana, peço desculpas publicamente!!!

:)

Mão-de-obra escrava ou preço justo?

Esse simpático macaquinho é bem pequenino e, quem costura, ou faz artesanato, sabe que, quanto mais pequenininha for a peça, mais trabalho dá para fazer. Imagina cortar a orelhinha, o formato do rostinho, as maõzinhas e o corpinho, e depois juntar tudo...

As rodelinhas de velcro que ele tem nas mãos também não devem ser fáceis de manusear.
O macaco em questão é um chaveiro, e custou R$ 4,99. De acordo com as estatísticas do meu blog, tenho leitores em outros países e por isso, informo que U$ 1 no Brasil, custa R$ 2,13.

Eu comprei, mas depois, observando o bonequinho, fiquei pensando se o preço foi justo. Não que eu quisesse pagar mais por ele, mas não costuraria um macaquinho desse e venderia por esse valor nem por decreto! rsrsrs...

Achei a mão-de-obra meio escrava... sei não...

6 de dezembro de 2012

Ignorância compartilhada

Uma seleção de fotos de vários "artistas" trazia depoimentos sobre gays. Entre outros "artistas", Cláudia Leitte soltou essa pérola. Nunca gostei dela, então para mim não muda nada.

O que incomoda é saber que, até o momento dessa postagem, essa criatura tinha 6.220.218 seguidores no twitter. 

Seis milhões, duzentas e vinte mil, duzentas e dezoito pessoas compartilham do que a pessoa escreve, acompanham sua carreira, gostam dela, a imitam, a tem como ídolo.

No facebook, cuja praga é maior, nem imagino em quanto anda esse número.

Nem sei se dá pena ou se dá raiva!! (mais do povo do que dela, inclusive...)

E um deles, pra ajudar, ainda é político!!! Se clicar na foto, dá pra ler...

3 de dezembro de 2012

A pauta caiu

Uma matéria do jornal "Diário de São Paulo", edição de sábado, 1 de dezembro, publicada na página 22, diz que "Nasa desmente fim do mundo para dezembro". Suponho que a manifestação da Nasa tenha sido em função da encheção de saco que eles vem sofrendo, já que o texto diz que a agência espacial já recebeu cinco mil perguntas sobre um suposto planeta errante que se chocaria com a Terra.

Acaba nãaaaaao, mundão!

Bom, já que essa pauta caiu, melhor eu mudar os planos para o 13º salário...


Festa de princesa

Andei postando pelo blog os preparativos da festa da Marina, minha sobrinha, que ontem comemorou a chegada dos seus 4 anos. É a única criança da família e por isso, tem todas as vontades atendidas. E vontade de princesa dá trabalho!!!

Mas vale a pena. Ficou assim...


















               







A comemoração foi ontem (domingo, dia 2), mas como ela faz aniversário no dia 1º, no sábado nos fomos dar uma beijoca nela. E beijoca de aniversário tem que ter bolo... Aí, quem entra em ação é a vó Olga...



Só pra constar, foi minha mamis quem fez o bolo da Branca de Neve também. Não é artista?