27 de janeiro de 2017

Ajudante do Papai Noel :: um tiquinho atrasado, mas devidamente postado

Eu sei que estou bastante atrasada com essa postagem, mas esse início de ano está tão cheio que eu não tive tempo de postar as lembrancinhas que fiz pras amigas no natal.

Quem acompanha o blog, ou me conhece pessoalmente, sabe que sou eu que faço meus próprios presentes pras amigas (em 2013 foram garrafinhas de licor, em 2014 foram cadernos de receitas e em 2015, caixinhas de chá artesanal). Em 2016, fiz cookies de chocolate. Dentro das embalagens de juta, além dos cookies, também tinha pão de mel, mas estes não foram feitos por mim: foram comprados.


Coloquei as bolachinhas em saquinhos plásticos e o pão de mel, embalei com plástico filme. Fiz arranjos com fita decorada e canela em pau e... pronto!

Não consegui fazer pra todos os amigos que presenteio no fim do ano, infelizmente. Como eram cookies, não quis preparar muito antes, pra não ficar velho e murcho, e então acabei me atrapalhando com o tempo curto. Uma pena... 

Olha como ficou... ♥ ♥ ♥   Pra quem quiser tentar, tem receita depois das fotos!





Cookies de Chocolate

2 xícaras de farinha de trigo
3/4 xícara de açúcar mascavo
3/4 xícara de açúcar cristal (se não gostar de coisas muito doces pode colocar menos)
2 ovos grandes (se forem pequenos 3)
2 colheres (sopa) de margarina
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1 colher (sobremesa) de essência de baunilha
1 pitada de sal
1 barra de chocolate meio amargo de 170 g
1 barra de chocolate ao leite de 170 g

Corte e reserve separadamente o chocolate meio amargo e o chocolate ao leite em cubos

Em uma tigela (de batedeira) bata o ovo, o açúcar e a margarina, até virar uma mistura homogênea

Acrescente a farinha de trigo, o açúcar mascavo, o açúcar cristal, a essência de baunilha e o sal

Bata o suficiente até virar uma massa homogênea e meio durinha (cerca de 3 minutos)

Coloque dentro dessa massa, os cubinho de chocolate meio amargo e bata pouco, apenas para misturar, até que eles escondam dentro da massa

Coloque o fermento por último e misture o menos possível, pois quanto mais bate, mais ele perde seu efeito

Unte uma forma e com uma colher faça bolinhas com a massa na forma

Tente deixar uma boa distância entre eles e não os faça muito finos, tente sempre fazer um pouco altinho pois no momento em que assa, ele se estica para os lados

Leve para assar em fogo médio, por uns 5 minutos e espete com um garfo umas três vezes para ver se está bom, ele provavelmente sairá sujo pois o chocolate derreterá, fique atento à massa, ela tem que estar fofinha e não mole

Quando retirar as formas ainda quentes, coloque alguns cubos de chocolate ao leite em cima dos cookies para que eles derretam

20 de dezembro de 2016

Pra acabar de vez com essa disritmia...

Bora ver Martinho da Vila cantar "Disritmia" bem baixinho, quase ao pé do ouvido? Ainda tem ingresso...

Eu já fui, vou de novo, vou pra sempre... ♥ ♥ ♥

É no comecinho de janeiro, no Sesc Belenzinho. Dias 5, 6 e 7. 


Todas as músicas do disco de estreia de Martinho da Vila, em 1969, viraram grandes sucessos que fazem parte do cancioneiro popular brasileiro até hoje. Batizado com o seu próprio nome e lançado pela RCA Victor, o LP inclui clássicos como O Pequeno Burguês, Casa de Bamba, Quem É do Mar Não Enjoa, Yayá do Cais Dourado e Quatro Séculos de Modas e Costumes. Quarenta e cinco anos depois, este trabalho foi regravado pelo Martinho, sob o título Martinho da Vila 4.5 Atual e, agora, vira show inédito, concebido especialmente para o Sesc Belenzinho.

Nesse projeto, Martinho da Vila dá uma nova roupagem a canções já consagradas pelo público e mostra que consegue ser atual, sem deixar de ser clássico. O próprio Martinho justificou: "Quando o LP foi gravado, as condições técnicas não eram muito boas. Usamos poucos instrumentos, apenas um violão e um cavaquinho. Eu queria melhorar as harmonias e aproveitei meus 45 anos de carreira para fazer isto". Martinho foi o primeiro sambista a ultrapassar a marca de um milhão de cópias com o CD "Tá Delícia, Tá Gostoso" lançado em 1995. 

Banda: Martinho da Vila apresenta-se acompanhado por grande banda em sua formação completa, composta por músicos com carreiras solo de sucesso, como suas filhas Maíra Freitas (artista de respeito crescente em sua própria carreira solo) e Juliana Ferreira (backing vocals), a percussão sob o comando do seu filho Tunico Ferreira, o baterista Paulinho Black (da banda Sandálias de Prata), além de Wanderson Martins (cavaquinho e direção musical), Cláudio Jorge (violão, muito elogiado pela critica por seu trabalho independente sobre Ismael Silva), Ivan Machado (baixo), Victor Neto (sopros) e Kiko Horta (teclados, fundador do aclamado Boitatá, no Rio).

5 de dezembro de 2016

Festa no País das Maravilhas :: Marina faz 8 anos !


Minha sobrinha Marina fez 8 anos, e ganhou festa, claro...

Esse ano, escolheu o tema "Alice no País das Maravilhas". Olha como ficou...

Se clicar na imagem, ela amplia um pouquinho.






















Aproveita e dá uma olhadinha nas festas dos anos anteriores também...
4 anos - Branca de Neve
5 anos - Monstros S/A
6 anos - Frozen (Preparando parte 1 e preparando parte 2)
7 anos - Barbie

29 de novembro de 2016

Oito minutos de curiosidades sobre vinhos

Achei legal. Tem informações que eu não sabia. Pode ter informações que você não saiba também...

Mas são só curiosidades!  ; )

23 de novembro de 2016

Putz, que legal ! Ney na Balada...

Hoje Ney Matogrosso estará na Balada. Amanhã também.


Trata-se da Balada Literária 2016, cujo show de abertura acontece hoje no Auditório Ibirapuera. Junto dele, Tetê Espíndola e Alzira E.

Bora lá?

E amanhã, no Itaú Cultural, Ney conversa sobre letras e músicas no evento "Mel e Girassol".  

A Balada Literária 2016 vai até domingo. Tem programação completa aqui!

17 de novembro de 2016

Mulherzice :: risoto de filé mignon com alcaparra

Eu adoro risoto, e adoro ainda mais esse que faço com certa frequência porque sou bem apaixonadinha por ele. Se quero agradar, então, daí é que faço mesmo. 

O risoto de filé mignon com alcaparras é delicioso e mesmo servido sozinho, já é uma refeição completa. 


As medidas variam de acordo com cada gosto, então vou falar dos ingredientes e da receita e cada um coloca a quantidade de itens que quiser.

A receita vai manteiga, azeite, cebola, filé mignon, arroz arbóreo, alcaparras, champignons, salsinha, pimenta do reino, pimenta dedo de moça (opcional), caldo de legumes, queijo parmesão e vinho branco.

Cortei mais ou menos 300 gr da carne em formato de cubinhos bem pequenos e fritei até dourar junto com meia cebola média no azeite e na manteiga (os dois juntos). Só azeite, manteiga e cebola, nada de sal. Essa carne tem que fritar muito, ficar bem douradinha mesmo. Ela vai soltar água, vai secar, vai fritar... paciência, o processo demora um pouquinho.

Enquanto isso, preparei 2 copos de caldo de legumes (se for os prontos, de tabletes comprados em supermercados, são dois tabletes para essa quantidade de água), e após levantar fervura, deixei em fogo baixo para não perder temperatura. Esse caldo fica no fogo baixo até o fim do cozimento do arroz, porque ele vai sendo usado aos poucos durante toda a receita. Essa quantidade é ideal para 1 copo de arroz.

Depois de dourar bem a carne, acrescentei o arroz e mexi, mexi, mexi, até fritar muito. Coloquei, aos poucos e sempre mexendo, um copo de vinho branco. Quanto mais se mexe o risoto, mais cremoso ele fica. Nesse ponto da receita, é preciso observar sempre a textura do cozido. Quando estiver quase secando, meio pastoso, é hora de colocar o caldo de legumes (uma concha mais ou menos por vez), mexer, esperar secar, colocar caldo de novo e ir mexendo até chegar à textura que mais agrada. 

Uns gostam mais cremosos, outros mais sequinhos...

Antes da última concha de caldo de legumes, coloquei uma pitada de pimenta do reino, meia pimenta dedo de moça cortada em rodelinhas, salsinha picada finamente, as alcaparras (duas colheres) e os cogumelos (fatiados). Em nenhum momento vai sal, porque o caldo de legumes é salgado e no final ainda tem o queijo.

Uns segundos antes de desligar, acrescentei um punhado de queijo parmesão e pronto!

No prato, finalizo com azeite por cima e como rezando pra ser perdoada pelo pecado da gula.

Customizando o abajur do Arthur

Reformar um abajur (ou abat-jour, como queira) parece tarefa fácil. Até é, mas se a cúpula for trapezoidal (base mais larga que topo), tem um truquezinho que faz toda a diferença.

Minha irmã tem um abajurzinho branco (estava meio bege, na verdade, porque com o tempo a cor vai perdendo a vitalidade, mesmo a branca) e agora, com a chegada do Arthur, pediu para eu reformá-lo. 

Nada muito elaborado: trocar o tecido da cúpula, pintar a base e adornar com um ursinho. 

Pintei a base de branco, envernizei e colei o ursinho como ela pediu. A cúpula ganhou revestimento novo, um tecido bege com poás brancas. Como essa parte do abajur tem o formato de um trapézio, não basta cortar um retângulo de tecido da altura da cúpula e colar. Para que a cobertura fique perfeita, sem rugas ou pregas, é preciso cortar o tecido em "U". Cortado assim a aplicação fica fácil e sem nenhuma preguinha.

Clique na imagem para ampliar

As costureiras de plantão vão me entender: é quase como cortar um tecido para um vestido ou saia godê, cujo corte precisa ser enviesado. Para o abajur, se não for cortado dessa forma, não dá certo.

E o resultado final é esse...

7 de novembro de 2016

Mirei num, acertei noutro...

"Dependendo do nó é melhor deixar como está do que desatar um laço de fé"

Cheguei pra trabalhar hoje a fim de um sambinha. Mas não era qualquer sambinha. Queria ouvir, especificamente, Samba da Mulata, das Clarianas. Joguei no Google e não prestei atenção por qual motivo me distraí, mas o mar me levou a navegar por outros caminhos, e meu veleiro atracou em "Nós de Cabrália".

Que coisa mais linda...